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VÍDEO E DANÇA: REGISTRO, DOCUMENTÁRIO E VIDEODANÇA
Filmografia selecionada por Nelson Enohata
FV1509
LOÏE Fuller et ses imitatrices.
França: La Cinémathèque de la danse, 1995. 1 fita de vídeo (25min),
NTSC, son., color., VHS.
Videodança. A trajetória da bailarina Loïe Fuller. Cenas de performances inspiradas em
sua obra.
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
FV1326
21 -
Grupo Corpo. Belo Horizonte. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS.
Coreografia.
EM PROCESSO DE CATALOGAÇÃO.
FV554
MISSA do orfanato -
Grupo Corpo. Direção Emilio Kalil, Paulo Pederneiras, Eder Santos. Minas
Gerais: Emvídeo, 1989. 1 fita de vídeo (50 min): NTSC, son., col.
Coreografia. Os 17 bem ensaiados bailarinos fazem da missa do orfanato um balé
excepcional, com um comovente sentido de devoção e entrega. A coreografia con
segue o impacto que a música de Mozart exige.

FV1505
LAURA Taler -
[coletânea]. Direção Laura Taler. Toronto: Grimm pictures [200-?]. 1 fita de vídeo
(103min), NTSC, son., color., VHS.
Coletânea de 5 coreografias gravadas pela diretora Laura Taler:
- International Dance Day PSA - Laura Taler, 1999 - 1 min
- The Village Trilogy - Laura Taler, 1995 - 24 min
Videodança que utiliza a linguagem do cinema para evocar a vida da sociedade rural
do Leste Europeu.
- Heartland - Laura Taler, 1997 - 27 min
Esboço feito pela diretora sobre a imagem paradoxal, o mistério que envolve Bill
Coleman. Ele é um típico rapaz? Ou qualquer outra coisa? O vídeo acompanha Taler
em suas questões esquivas, sobre o imprevisível Coleman, atravessando linhas
regionais, ancestrais e corpos meridianos.
-The Barber’s Coffee Break - Laura Taler, 1997 - 7 min
Laura Taler, com a colaboração do coreógrafo Ted Robinson, inicia uma criativa
discussão. Robinson sugere um trabalho em que possa improvisar. Entretanto, o vídeo
é um meio que exige planejamento e previsão. Após o choque, a diretora começa a
questionar como um diretor pode coreografar a câmera para captar movimentos
improvisados.
- A Very Dangerous Pastime - Laura Taler, 2000 - 15 min
Videodança satírica produzida por colagem de imagens, reúne cenas e entrevistas
com atores canadenses, atletas e músicos, desmistificando e acentuando a visão de

cada um sobre a dança e seu passado muito perigoso.
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
FV1509
ABRACADABRA.
Direção Philippe Decouflé. France: Oïbo, 1998. 1 fita de vídeo (37 min), NTSC, son.,
color., VHS.
Videodança. Experimento cinematográfico gravado em Super-8, Super-16 e 35mm, em
preto-e-branco e cor. Em 1998, Philippe Decouflé e a sua companhia DCA criaram
Shazam!, fantasmagoria que confronta e confunde o corpo dos bailarinos às imagens
filmadas que entretêm o olhar dos espectadores numa vertiginosa ilusão de ótica
a serviço da poesia. Do espetáculo, surgiu Abracadabra, filme original em que é
desenvolvida a idéia de fantasmagoria. A inscrição da coreografia na imagem ocorre
de modo recíproco, como princípio gerador de uma série de seqüências onde se
reencontram a fantasia, o jogo, a agilidade e também a precisão poética, o que faz de
Decouflé um criador de vanguarda verdadeiramente popular.
Fonte: Arte.
Disponível em: <http://archives.arte-tv.com/special/decoufle/soiree.htm>.
Acesso em: 13 jan 2005. [tradução livre do original em francês]
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
FV169
ELÁSTICO.
Direção Paulo Caldas, Lírio Ferreira. Recife: Companhia de Dança Cais do Corpo, 1992. 1
fita de vídeo (11 min) : NTSC, son., p&b.
Coreografia. Bailarinas dançam dentro de uma piscina, ligadas por elásticos.
FV1502
BEACH birds for camera.
Direção Eliot Caplan. New York/Estados Unidos: Merce Cunningham
Dance Foundation, 1993. 1 fita de vídeo (28 min), PAL, son., color., VHS.
Coreografia. O espetáculo coreografado por Merce Cunningham, interpretado pela
Merce Cunningham Dance Company, com música de John Cage e dirigido por Eliot
Caplan, foi originalmente concebido para o palco. A versão adaptada para o
vídeo combina diferentes locações, filme preto-e-branco e colorido e som estéreo
para apresentar a dança através do vídeo. Filmado no histórico Kaufman Astoria
Studios e na Indústria Superstudio, em Nova York, apresenta figurinos e cenários de
Marsha Skinner.
Fonte: Merce Cunningham Dance Company. [tradução livre do original em inglês]
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL.
FV1418
RENÉE Gumiel:
90 anos. São Paulo: Sesc, 2003. 1 fita de vídeo (12 min), NTSC, son., color., VHS.
Documentário. Imagens exibidas no evento em homenagem aos 90 anos da bailarina
Renée Gumiel, realizado em 2003, no Sesc Vila Mariana. Imagens da bailarina em
espetáculos solos, em participações nos espetáculos do Teatro Oficina e em duo
com o bailarino Ismael Ivo. Depoimentos do encenador José Celso Martinez Corrêa e
do bailarino Ismael Ivo.
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL.
FV1574
MAR e moto.
Direção Maria Mommensohn, Sérgio Roizenblit. São Paulo/Brasil: s.n., 2002. 1 fita de
vídeo (95 min), NTSC, son., color., VHS.
Documentário. A atuação e a influência de Maria Duschenes e Herbert Duschenes na
dança e nas artes visuais em São Paulo, entre as décadas de 1950 e 1980. Nascida na
Hungria em 1922 e radicada no Brasil desde 1940, Maria Duschenes difundiu os
ensinamentos de Rudolf von Laban no país, contribuindo para a modernização da
dança brasileira. Herbert, seu marido, reunia em casa universitários e artistas plásticos
iniciantes para discutir artes, com base em seus filmes, registros produzidos em
suas viagens pelo mundo. Depoimentos de Agnaldo Farias (crítico de arte), Eduardo
Barcellos (fotógrafo), Juliana Carneiro da Cunha (atriz e bailarina), J. C. Viola
(bailarino e coreógrafo), Martin Grossmann (professor da ECA/USP), Sérgio
Romagnolo (artista plástico), Helena Katz (crítica de dança) e outros. Participação
especial de Haroldo de Campos recitando o poema Mar e Moto.
IC RD FV02
PASSAGE Permanent + Extraits danse du temps.
Direção Dieter Stürmer. France, 2000. 1 fita de
vídeo (59 min), PAL, son., color., VHS.
- Passage Permanent - Dieter Stürmer – 2000, 44 min, col.
Documentário. O ensaio e o processo de criação do espetáculo La Danse du Temps,
realizado pela companhia Ballet Atlantique, com coreografia de Régine Chopinot, em
La Rochelle, França.
- La Danse du Temps [trechos] – 1999, 17 min
Concebido a partir do conceito “tempo”, o espetáculo contém associações com a água,
que, para a coreógrafa Régine Chopinot, é um símbolo pessoal para o tempo. O
espetáculo é composto de 16 bailarinos, com idades entre 20 e 75 anos, constituindo
um grupo formado por três gerações.
Fonte: Passage permanet.
Disponível em: <http://www.agdok.de/GermanDocumentaries/gD303.htm>. Acesso
em 12 jan. 2005. [tradução livre do inglês]
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
FV1506
RANDOM Dance.
Direção Deborah May. London/Inglaterra: BBC, 2001. 1 fita de vídeo. (38 min),
PAL, son., color., VHS.
Documentário. A companhia inglesa Random Dance é comentada pelo diretor e
coreógrafo Wayne McGregor. Cenas de ensaios e espetáculos da companhia.
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL.
FV1231
STILL distinguished. França: [s.n.], 2001. 1 fita de vídeo (NTSC), NTSC, son., color., VHS.

Performance. A obra da coreógrafa La Ribot consiste em performances que apresenta
em teatros, festivais de dança, galerias e museus. Com formação em dança clássica,
moderna e contemporânea, a artista transita livremente entre as artes visuais, a
performance e a dança. Still Distinguished, série de 2000, integra o projeto Piezas
Distinguidas, concebido em 1993, cujo propósito é a criação de 100 peças distintas,
com duração de 30 segundos a 7 minutos. Cada peça pertence a um “proprietário
distinto”, como uma obra-de-arte. Junto aos títulos das peças, aparecem sempre os
nomes de seus proprietários, que são convidados a assisti-las, em qualquer lugar do
mundo. Still Distinguished é formada pelas seguintes peças:
- Pa amb tomaquet - Gerald Siegmund (Frankfurt)
- Candida iluminaris - Victor Ramos (Paris)
- Outsized baggage - Matthieu Doze (Paris)
- Another Bloody Mary - Lois Keidan and Franko B (London)
- Chair 2000 - Arsenic (Lausanne)
- de la Mancha - R. B.-Jerome Bel (Paris)
- Zurratada - Arteleku (San Sebastian)
- S liquide - Galeria Soledad Lorenzo (Madrid)
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL.
FV724
MEDIATED presence - programa 1:
three decades of artists’ video from EAI. EUA: Electronic Arts
Intermix, 1991. 1 fita de vídeo (85 min), NTSC, son., color., VHS.
Art must be beautiful, artist must be beautiful - Marina Abramovic (15 min):
O vídeo integra o Programa I no qual estão documentados quatro trabalhos solos da
artista. Neste trabalho, seu corpo é usado como um veículo para um rigoroso teste
do ser – ela escova violentamente o cabelo e o rosto, recitando até não agüentar
mais: “Art must be beautiful, Artist must be beautiful”; entoando uma corrente do
fluxo de consciência da memória por uma causa até cair literalmente de exaustão.
IC RD FV52
O BANHO - [Marta Soares].
Direção Nelson Enohata. São Paulo: Itaú Cultural, 2004. 1 DVD (58
min), NTSC, son., color.
Tem como ponto de partida a vida de Dona Yayá e as transformações arquitetônicas
ocorridas em sua casa, no Bexiga, São Paulo. Considerada doente mental, ela teve a
casa transformada em hospital psiquiátrico privado, onde permaneceu isolada por
40 anos. No espetáculo, o banho simboliza a passagem do tempo, com o corpo da
performer suspenso pelo ponto no qual se encontra entre a vida e a morte. É
composto de elementos de dança, videoarte e performance. É um memorial para
conscientização da resistência, limpeza e cura.
Ficha técnica:
Marta Soares
concepção e direção - Marta Soares
coreografia e interpretação - Marta Soares
design sonoro - Livio Tragtenberg
light design - Wagner Pinto
Fonte: INSTITUTO Itaú Cultural. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural, 2004.
[catálogo]
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD FV48
HYPERBOLIKÓS - [Cia. Corpos Nômades].
Direção Nelson Enohata. São Paulo: Itaú Cultural, 2004.
1 DVD (44 min), NTSC, son., color. (Mostra Rumos Dança).
A obra de Paulo Leminsky é a referência essencial para a criação cênica. Os elementos
da dança, do teatro, da música (pré-gravada e ao vivo) e de projeções servem para
retratar a temática existencial que o poeta aborda numa leitura conectada a sua
maneira de expressar/manifestar-se, absorvendo a irreverência e o ritmo aguçado e
afiado de suas palavras/idéias a respeito da vida, do amor, da perda, das descobertas,
das conquistas, da morte, do mundo e do sentido e sentimento do humano.
Ficha técnica:
Cia. Corpos Nômades
concepção, direção, e coreografia - João Andreazzi
interpretação - Samanta Barros, Fabíola Camargo, Edson Calheiros, João Andreazzi e
Edria Barbieri
textos - Paulo Leminsky
textos e adaptações, letreiros eletrônicos - João Andreazzi
voz em off - Paulo Goya
iluminação - Décio Filho
figurinos - Raquel Centero
videoarte e concepção - João Andreazi
trilha sonora - Vanderlei Lucentini e Loop B
Fonte: INSTITUTO Itaú Cultural. Mostra Rumos Dança. São Paulo : Itaú Cultural, 2004.
[catálogo]
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
Série STV na dança
FV1150
BALÉ da Cidade de São Paulo - Cia I: Lac / Interlúdio / Divinéia.
Direção Antonio Carlos Rebesco
São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (47 min), NTSC, son., color., VHS.
(STV na dança).
Coreografia. O Balé da Cidade de São Paulo é uma companhia com mais de 30 anos
de existência e reúne alguns dos melhores bailarinos do Brasil. Três coreografias
gravadas no Teatro Municipal de São Paulo são apresentadas neste programa:
- Lac, de Sandro Borelli, o coreógrafo subverte o romantismo para mostrar a pureza
do instinto na relação entre um homem e uma mulher.
- Interlúdios, do bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, mostra um divertimento
protagonizado por mulheres surpreendidas por um personagem inusitado.
- Divinéia, de Jorge Garcia, aborda de forma lúdica o universo das relações entre os
confinados da Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
Disponível em
<http://www.redestv.com.br/acervo/resultado.asp?CurrentPage=5&programa=67&pal
avra=> [25.09.2002].
FV1151
VERVE Cia de Dança: Gambiarra.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de
Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na Dança).
Coreografia. A Companhia Verve foi fundada em 1995 por Fernando Nunes em
Curitiba, PR. Em 1997, transferiu-se para Campo Mourão, passando a se destacar com
espetáculos que enfocam a cultura brasileira numa ótica universal. Outra
característica da Verve é uma dramaturgia influenciada pelo cruzamento da dança
com mídias diversas, como o teatro, o cinema mudo e as artes plásticas. No programa,
a Verve apresenta Gambiarra. Ligação improvisada e nada confiável de fios
elétricos serve de símbolo e ponto de partida para esse espetáculo que fala do
jeitinho brasileiro e da capacidade de dar a volta por cima, em qualquer situação.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1152
QUASAR Cia de Dança: coreografia para ouvir.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede
SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (39 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na Dança).
Coreografia. O grupo Quasar Cia. de Dança, fundado em 1988 por Vera Bicalho e
Henrique Rodovalho, interpreta Coreografia para Ouvir. A dança e a música são
tratadas como universos distintos cujo encontro no palco provoca uma dinâmica
cênica que dá ao público a liberdade de alternar sua atenção no que está ouvindo ou
no que está vendo.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1153
COLETÂNEA III: Ballet Stagium / Balé da Cidade de São Paulo - Cia II / Balé Teatro Guaíra.

Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50
min), NTSC, son., color., VHS. (STV na Dança).
Coreografia de duas companhias de dança da cidade de São Paulo. Em Na Neblina,
de Décio Otero, o Ballet Stagium deixa-se conduzir puramente pela composição
musical do checo Léos Janácek para expressar a solidão e as contradições da condição
humana. Em seguida, o Balé da Cidade de São Paulo mostra o trabalho do alemão
Olaf Schmidt, Óculos Azuis, coreografia que fala da delicadeza e humor de
personagens solitários. Simbolicamente, a personagem feminina faz dos óculos azuis
a sua proteção. O programa traz ainda a coreografia Díptico, de Tíndaro Silvano,
encenada pelos bailarinos do Balé Teatro Guaíra, de Curitiba, Paraná.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1154
COLETÂNEA V: Cia. Druw / Mário Nascimento.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede
SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. A Cia. Druw apresenta Alfr., cujo nome se refere a um personagem
- Alfredo - que não está presente, ficando apenas na evocação. Ele representa a
sensação incômoda que artistas enfrentam durante seus processos criativos. Dividido
entre certezas e dúvidas, alternando lógica e intuição, o ânimo criador de cada
intérprete surge e desaparece, causando tensão e divertimento. E, ao longo desse
percurso, surge o verdadeiro sentido do espetáculo, que é o exercício da composição
coreográfica. A companhia de Mário Nascimento propõe uma indagação sobre o papel
do artista na sociedade contemporânea. Intitulado Trovador, o espetáculo concebido
por Mário fala daquele artista fora dos circuitos comerciais e que é obrigado a
inventar mecanismos próprios de sobrevivência.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1155
COLETÂNEA VII: Ângela Nolf & Déborah Furquim e Companhia de Danças de Diadema.
Di-
reção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50
min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. A Cia. de Danças de Diadema interpreta Tribal Urbano, que Gagik
Ismailian concebeu inspirado na agressividade urbana. O coreógrafo procura
expressar a possibilidade e renascimento em meio aos escombros de uma sociedade
dominada pela violência. Os bailarinos falam textos cujos conteúdos se referem a
relatos verídicos, de crianças que participam dos projetos sociais desenvolvidos pela
companhia de dança.
Ângela Nolf e Déborah Furquim dançam A Massa, concebido para expressar as
qualidades físicas da argila, como matéria-prima a ser moldada. Transferindo para
seus corpos as possibilidades de transformação dessa massa mineral, elas
exploram estados de fragilidade e resistência, permeados pela necessidade de espera
que separa tanto os processos de moldagem da argila quanto os momentos distintos
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1156
COLETÂNEA VIII: Ballet Stagium e Cisne Negro Companhia de Dança.
Direção Antonio Carlos
Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color.,
VHS. (STV na dança).
Coreografia. Ao longo de sua carreira, o Ballet Stagium sempre se manteve em
sintonia com a realidade brasileira e suas demandas. Além de percorrer o Brasil
mostrando sua dança às populações mais distantes, o grupo procurou fazer da arte
um meio de desenvolvimento social e, para tanto, criou projetos como o Joaninha,
que se dispõe a educar crianças e adolescentes por meio da dança. No espetáculo
Danças das Ilhas de Santa Cruz, coreografado por Décio Otero, o elenco do Joaninha
se vale de diversas técnicas e recursos para falar da cultura brasileira e ainda fazer
uma leitura poética do Estatuto da Criança e do Adolescente.
O Cisne Negro nunca se fixou em coreógrafo único. Desde o início de sua carreira,
o grupo dirigido por Hulda Bittencourt apostou em criadores diversos, cujas obras
foram formando o repertório da Companhia. Em 1979, quando Victor Navarro
concebeu Del Verde al Amarillo para o Cisne Negro, ele acabou participando do
lançamento profissional da companhia, que dava seus primeiros passos em direção a
uma fértil trajetória. Na época em que estreou, Del Verde al Amarillo representava a
lufada de modernidade que envolvia a dança brasileira. Rever essa coreografia agora
nos permite apreciar as resoluções formais que Navarro encontrou para o excerto
Verão, das Quatro Estações, de Vivaldi.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1161
COLETÂNEA VI: Cia. Wlap / Jorge Garcia & Willy Helm.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
dança).
Coreografia. Duas propostas da dança contemporânea brasileira. Com a
Companhia Wlap, formada pelos mineiros Patrícia Werneck e Luiz de Abreu, é
apresentado Lar, Doce Lar, espetáculo inspirado na era de ouro do rádio brasileiro,
simbolizado pelas canções de Dalva de Oliveira. A dupla procura recriar o imaginário
e as peculiaridades humanas da década de 1950. Por meio de uma narrativa não
convencional, a percepção de um momento específico da sociedade brasileira se
manifesta nas sutilezas e na densidade dos gestos dos dois bailarinos. Na seqüência,
duas peças curtas criadas por Jorge Garcia e Willy Helm. Sarau enfoca as reações e
situações vividas por personagens confinadas num espaço exíguo, onde a
eloquência coreográfica é influenciada pelas músicas de Tom Zé e da banda Mundo
Livre S/A. Em Quatro Corpos, o enfoque está no canibalismo urbano. Nas duas
coreografias, Jorge e Willy misturam informações, fundem desde técnicas clássicas e
modernas de dança até manifestações populares, como a capoeira e o hip-hop.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1162
CIA Corpos Nômades: Ooze/ezoo
- João Andreazzi. Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo:
Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (48 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Trabalhos de João Andreazzi, bailarino e coreógrafo de São Paulo. Na
criação de Ooze/ezoO, Andreazzi faz da dança a espinha dorsal de um espetáculo que
une diferentes linguagens para compor uma inventiva manifestação de arte
contemporânea. O coreógrafo encontrou no hip-hop um terreno fértil para explorar
suas idéias e integrou elementos dessa cultura urbana na concepção da obra: o B. Boy,
o grafiteiro e os rappers. Há ainda a participação de um trompetista de jazz,
intensificando diálogos culturais diversos.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1163
GRUPO Cena 11: Violência.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de Tele-
visão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Apresentação do Grupo Cena 11 de Florianópolis. O espetáculo
Violência, de Alejandro Ahmed, lida com um aparato cênico que impressiona além de
estruturas instáveis em que seres deformados se apóiam.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1164
MÁRCIA Milhazes Dança Contemporânea: Joaquim Maria.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
dança).
Coreografia. Apresentação do grupo de Márcia Milhazes, coreógrafa carioca que se
revelou nos anos 90. Autora de um vocabulário coreográfico sofisticado e singular,
Márcia explora um virtuosismo situado nas filigranas do movimento. Suas
coreografias, em vez da grandiloqüência convencional, conduzem a atenção do
espectador para as minúcias gestuais e se articulam como as notas de uma partitura
sinfônica. Este espetáculo é o terceiro de uma trilogia inspirada na obra do
escritor Machado de Assis. Intitulado Joaquim Maria, este espetáculo nasceu da
junção de dois personagens de Machado: Quincas Borba, que não temia se entregar à
intensidade de seus desejos, e Brás Cubas, de personalidade mais contida e realista.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1165
ANDRÉ Curti e Artur Ribeiro: Dos à deux.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo: Rede Sesc-
Senac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (45 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia de André Curti e Artur Ribeiro, bailarinos e atores brasileiros radicados
na França. O espetáculo, criado por eles, é inspirado na peça teatral Esperando Godot,
de Samuel Beckett, e expressa a angústia da espera vivida por dois personagens
miseráveis que conseguem enfrentar com humor as limitações do cotidiano.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1166
BALÉ da Cidade de São Paulo: Axioma 7 e Dualidade@br.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, [2002?]. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
dança).
Coreografia. O Balé da Cidade de São Paulo é uma das companhias mais atuantes na
dança contemporânea brasileira. A primeira coreografia, Axioma 7, do
israelense Ohad Naharin, é uma composição coreográfica, dançada ao som do
Concerto de Brandemburgo nº 4, de J.S. Bach. Na seqüência, o trabalho do iraniano
Gagik Ismailian, Dualidade@br, tem predominância de solos, duos e trios para
expressar um amor constante e violento, quase tribal. Inspirado nos fados cantados
por Amália Rodrigues, com bailarinos que surgem e desaparecem de zonas escuras do
palco, sugere imagens da memória.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1167
DUAS companhias: Cia. 2 Nova Dança - Balé do Teatro Guaíra.
Direção Antonio Carlos Rebesco
São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV
na dança).
Coreografia. A primeira é a Cia. 2 Nova Dança, de São Paulo, com o trabalho Toda
Coisa Se Desfaz. A companhia é dirigida pela coreógrafa Adriana Grecchi, que intregra
Estúdio Nova Dança, um dos centros experimentais de São Paulo. No espetáculo,
pode-se ver a influência de uma escola de dança de Amsterdã na qual os bailarinos
participam do processo criativo dos espetáculos. A conexão com a vida urbana, outra
característica do Nova Dança, está presente no trabalho, além da música tocada ao
vivo por um guitarrista.
A outra atração do programa é o Balé do Teatro Guaíra, com o espetáculo Orikis, uma
criação de Ana Vitória. A coreógrafa buscou inspiração no significado que a cultura
iorubá dá à cabeça, considerado o lugar sagrado no corpo dos orixás. Com base nessa
idéia Ana Vitória constrói o trabalho, utilizando o movimento como recurso exclusivo
para coreografias bem estruturadas.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1168
CIA. de Dança de Minas Gerais: entre o céu e as serras
. Direção Antonio Carlos Rebesco. São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
dança).
Coreografia. A Companhia de Dança de Minas Gerais apresenta a coreografia Entre o Céu e
as Serras, de Luiz Mendonça. A diretora artística Cristina Machado convocou uma equipe de
criação que reuniu desde o coreógrafo até o cantor Ney Matogrosso, responsável pela ilumi-
nação do espetáculo. Com pretensões épicas, a produção lança um olhar abrangente sobre
a cultura mineira, enfocando inicialmente a natureza geográfica da região, em seguida as
tradições familiares e a exploração do ouro e, finalmente, os novos horizontes abertos pela
evolução social de Minas.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.

FV1169
BALLET do Theatro Municipal do Rio de Janeiro: Capricho / Nascimento / Maple Leaf Rag.
São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (48 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
dança).
Coreografia. O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é uma das mais
importantes companhias de dança do Brasil. Com um repertório que mistura obras
clássicas e contemporâneas, o grupo apresenta três coreografias. Maple Leaf Rag
é um trabalho histórico de Martha Graham que se desenvolve ao som de ragtimes.
Capricho, do brasileiro Tíndaro Silvano, traz uma dupla jovem de bailarinos premiados
no Concurso Internacional de Moscou. Por fim, Nascimento, de David Parsons e
Milton Nascimento, na obra, apresenta sons do Brasil, nos ritmos, nos instrumentos e
na voz de Milton.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1170
CIA. Tamanduá de Dança Teatro: Quimera - o anjo vai voando.
Direção Antonio Carlos Rebesco.
São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV
na dança).
Coreografia. Quimera - O Anjo Vai Voando, obra-prima de Takao Kusuno, artista
japonês que viveu no Brasil, é interpretado pela Cia. Tamanduá de Dança Teatro. O
espetáculo, que tem como base o butô, é um poema cênico que fala da condição
humana em situações-limite, com conotações de vulnerabilidade, aprisionamento e
morte, sem negar a fé e o amor à vida.
Apresentação e comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1344
AS TRÊS que o diabo fez - Cia. Quatromenosum.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo:
Rede SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (50 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dan-
ça).
Coreografia. Espetáculo dividido em 11 quadros trata, com humor e ironia, dos
“mistérios” do universo feminino. A irreverência, uma qualidade extremamente
atraente neste espetáculo, é fruto do descompromisso com o conceito de “dança
formal”, o que desobriga o espectador a qualquer pré-conhecimento desta enigmática
linguagem: a dança. E assim cumpre seu objetivo principal: oferecer um espetáculo ao
público e não aos “deuses”.
Comentários da crítica de dança Ana Francisco Ponzio.
Depoimento de Ciça Meirelles, diretora e coreógrafa da Cia. Quatromenosum.
Fonte: Rede STV.
FV1346
PALAVRA, a poética do movimento - Cia. Nova Dança 4.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São
Paulo: Rede SescSenac de Televisão, 2002. 1 fita de vídeo (53 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na
Dança).
Coreografia. Frases, fragmentos, sons, canções, palavras retirados de textos de
pensadores, poetas e compositores servem como base para um espetáculo que
entrelaça dança, música e texto.
Comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: REDE STV.
FV1347
COLETÂNEA X: Gilsamara Moura e Balé da Cidade de São Paulo - Cia. 2.
Direção Antonio Carlos
Rebesco. São Paulo: Rede SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (48 min), NTSC, son., color.,
VHS. (STV na dança).
Coreografia. Gilsamara Moura pertence à geração de coreógrafos brasileiros
que vêm expandido o mapa da produção contemporânea para localidades fora do
eixo Rio–São Paulo. Residente na cidade de Araraquara, interior paulista, onde
dirige o grupo Gestus, Gilsamara é uma estudiosa que não mede esforços para
enriquecer seu currículo. Graduada em literatura e com ampla formação em dança,
ela vem se valendo de todas as informações para desenvolver um vocabulário
coreográfico próprio. Gilsamara dança Louca, uma homenagem a Elis Regina.
Inspirando-se na força vocal da cantora, ela escapa da mera ilustração musical para
desenvolver uma interpretação das atitudes e da personalidade corporal de Elis. Ao
final, ela retira-se do palco para enfatizar seu tributo à cantora cuja voz ganha
presença única.
O programa conta ainda com uma coreografia interpretada pelo Balé da Cidade
de São Paulo: Swansong. Utilizando o improviso como combustível para a
criação, Raymundo Costa, revisita, em linguagem contemporânea, o solo A Morte do
Cisne, criado originalmente por Michael Fokine em 1907 e imortalizado pela bailarina
Anna Pavlova (1881-1931). O curioso em Swansong é que o solo é dançado por um
homem. “O bailarino representa o vôo e os cisnes são o trio de bailarinas, que
sonham em transcender a condição de alçar vôo”, diz o coreógrafo. O músico Jether
Garotti Jr. faz interferências ao piano na música original de Camile Saint-Saens.
Comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
- Gilsamara Moura [solo]
Louca - 31 min
coreografia: Gilsamara Moura
- Balé da Cidade de São Paulo
Swansong - 13 min
coreografia: Raymundo Costa
Fonte: Rede STV
FV1348
POP cartoon / q.a.b.surdo - Staccato Cia. de Dança.
Direção Antonio Carlos Rebesco. São Paulo:
Rede SescSenac de Televisão, [200-?]. 1 fita de vídeo (51 min), NTSC, son., color., VHS. (STV na dan-
ça).
Coreografia. A companhia Stacatto surgiu em 1995 no departamento de dança da
Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em São Paulo. Sob direção de Caren
Polido Ferreira, esse grupo, formado por cinco bailarinas, inaugurou nova fase em
2001, quando começou a trabalhar com coreógrafos reconhecidos da dança
brasileira. A primeira coreografia é Pop Cartoo, de Luís Ferron. O espetáculo é
resultado de uma observação feita, com prévia pesquisa, em variados salões de baile
da Grande São Paulo. É a dança seguindo a tradição de cultura popular, as cômicas
manifestações psicossociais e os relacionamentos. A segunda é Q.a.b. Surdo, de
Miriam Druwe. Absurdo e nem tanto assim. Desconstruir para reformular, recriar
o que já está. Batalhar será viver o dia-a-dia. Vencer nunca será um ponto final. Os
heróis que dormem em nós se revezam nas ações: ação, reação, ataque, trégua,
derrotas. Quem vence? É esse gancho que une os dois trabalhos, os olhares diante
desses heróis podem ser ampliados nas imagens que cada idéia propõe em ângulos
diferentes.
Comentários da crítica de dança Ana Francisca Ponzio.
Fonte: Rede STV.
FV1533
NÚCLEO de Dança Contemporânea BaSiraH: O homem na parede.
São Paulo/Brasil: Rede Sesc-
Senac de Televisão, [200-]. São Paulo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. O grupo Núcleo de Dança Contemporânea Basirah, com direção de Gisele
Rodrigues, atua em Brasília desde 1997. A coreografia O Homem na Parede tem como
tema o comportamento fanático que leva a atos extremos, desenvolvido pela
coreógrafa Gisele e um sociólogo, com base em uma visita à Líbia e observação de
grupos religiosos. Sem intenções críticas, o espetáculo procura expor a sociedade
contemporânea através de movimentos diretos, simétricos e agressivos.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1534
DISTRITO: Biocenose / Versos Íntimos.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1
DVD , NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Os bailarinos da companhia Distrito apresentam duas coreografias. A
primeira, Biocenose, do goiano Henrique Rodovalho, coreógrafo do Grupo Quasar.
A outra, Versos Íntimos, do paulista Sandro Borelli. Permeada por imagens fortes, que
parecem retiradas do inconsciente, a peça inclui compositores como David Bowie e
Kurt Cobain em sua trilha sonora.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1535
BALANGANDANÇAS: Entranças.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de
vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. O trabalho do Balangandanças, companhia criada por Georgia Lengos.
Composta de integrantes que têm afinidades de linguagem artística e interesse
comum em dança e arte-educação. O espetáculo Entranças, dirigido por Geórgia,
apresenta um grupo de crianças que se diverte brincando de caça ao tesouro,
buscando pistas que levem a redescobrir o Brasil através de sua cultura. Fonte: Rede
SescSenac de Televisão.
FV1536
CIA. Nova Dança 4: Palavra - a póetica do movimento.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Tele-
visão, [200-]. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Frases, fragmentos, sons, canções, palavras retirados de textos de pensa
dores, poetas e compositores, entrelaçam dança, música e texto.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1537
GRUPO de Dança Teatro Gestus: Zeitgeist / Fuxico.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão,
[200-]. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. O Grupo Gestus, criado no início da década de 1990, na cidade de
Araraquara, SP, conseguiu desenvolver uma arrojada linguagem de dança
contemporânea e interpreta duas coreografias criadas por Gilsamara Moura,
bailarina e diretora da companhia: Zeitgeist, coreografia curta inspirada nos
personagens Fausto e Mefisto, de Goethe, e que se estrutura no dualismo entre o
bem e o mal; e Fuxico, um “remendo” de cenas que evocam a memória e a poesia
cotidiana. Através de projeções em vídeo, o Grupo se utiliza da tecnologia para
promover uma criativa mistura de tempo entre o real e o irreal durante o espetáculo.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1539
DANÇAS: 7 / A mesa.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de vídeo, NTSC,
son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. A coreógrafa Claudia de Souza, influenciada pela obra da
coreógrafa norte-americana Martha Graham, descobre conexões entre a técnica de
Graham e a capoeira e encontra na Companhia Danças perspectivas para construir
uma linguagem particular. Em 7 e A Mesa, nota-se a extensão do vocabulário de
movimentos que a coreógrafa vem desenvolvendo. Essa percepção é favorecida pela
economia de meios do espetáculo, que tem como ponto de tensão um objeto muito
simples, a mesa, mas carregada de símbolos. Como metáfora, soma-se a outros
elementos usados, como a música e a iluminação.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1541
CLAUDIA de Souza.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de vídeo, NTSC,
son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Claudia de Souza utiliza a técnica de Martha Graham de domínio do
torso e da capoeira para criar suas coreografias. Em seu trabalho Sons, gravado no
Centro Cultural São Paulo, a coreógrafa Claudia expande sua linguagem pelo diálogo
com a música executada ao vivo pelo compositor Danilo Tomik.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1542
CIA. Domínio Público - Holly Cavrell / Cia. Fragmento: A convulsiva beleza de uma vida co-
mum / Reticência.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de vídeo, NTSC, son.,
color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. A companhia Domínio Público foi fundada em 1995, pela coreógrafa
norte-americana Holly Cavrell, com um projeto sobre Lilith. Em A Convulsiva Beleza
de uma Vida Comum, um desdobramento da pesquisa sobre Lilith na Universidade
de Campinas, a coreógrafa faz de cada integrante do elenco um co-autor do
espetáculo que insere Lilith nas tramas de um casal em crise. Para interpretar a
complexidade das relações humanas, os bailarinos da Domínio Público perseguem a
densidade de cada gesto e uma dramaturgia corporal.
A Cia. Fragmento, de São Paulo, apresenta a coreografia Reticência, inspirada no
poema Retrato, de Cecília Meirelles. Vanessa Macedo e Fernando Machado, autores e
intérpretes da obra, expressam as indagações corriqueiras do ser humano.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1545
BALÉ da Cidade de São Paulo: Licores da carne.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão,
[200-]. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Licores da Carne foi criado por Angelin Preljocaj originalmente para o
seu grupo Ballet Preljocaj, em 1988. O foco da coreografia é a sexualidade como
condição motriz do ser humano. Entre luzes e sombras, os personagens de Licores
da Carne representam corpos erotizados, sempre movidos por desejos, às vezes,
relacionados a signos arcaicos, como a máquina de sexo que compõe o cenário e em
certo momento é usada por uma bailarina.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1548
BALÉ da cidade de São Paulo: Z / Swansong.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-
]. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Duas coreografias interpretadas pelo Balé da Cidade de São Paulo: Z,
criada especialmente para o grupo pela coreógrafa Germaine Acogny, com música
original de Gilberto Gil e participação de Carlinhos Brown, e Swansong, concepção e
direção de Raimundo Costa e a atuação solo de Gustavo Lopes.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1549
COLETÂNEA XIV - Balé da Cidade de São Paulo / Deborah Furquim: Queens e Black Milk /
Pode Entrar que Estou Aqui.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de vídeo,
NTSC, son., color., VHS. (STV na dança).
Coreografia. Três espetáculos de dança. As duas primeiras coreografias, Queens e
Black Milk, foram produzidas para comemorar, em 2003, os 35 anos de atividades
do Balé da Cidade de São Paulo, com autoria do israelense Ohad Naharin. Queens,
dançada só por mulheres, é uma coreografia que se desenvolve ao som da
música miinimalista de Arvo Part. Com iluminação que forma um jogo de nuances
entre o claro e o escuro, o espetáculo se compõe de solos, realizados por figuras
femininas que se fundem às sombras e aos espaços obscurecidos do palco. Black Milk
começa a ser dançado logo em seguida, por um elenco exclusivamente masculino.
O som de marimbas, que marca a música de Paul Smadbeck, acentua o sentido
de ritual que emana da coreografia cujos personagens expressam uma delicada
simbiose entre vigor físico e lirismo. O último espetáculo, o solo Pode Entrar
que Estou Aqui, da criadora independente Deborah Furquim, é uma reflexão sobre
o tempo, inspirada na peça teatral Esperando Godot, de Samuel Becket, que enfoca
uma personagem que lida com a precariedade física e conta com o próprio corpo para
entreter a si mesma e à platéia.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
FV1553
COLETÂNEA XVI - Cisne Negro Cia. de Dança / Grupo Cena 11: Anéis / SKR - Procedimento
03.
São Paulo/Brasil: Rede SescSenac de Televisão, [200-]. 1 fita de vídeo, NTSC, son., color., VHS. (STV
na dança).
Coreografia. A primeira coreografia, Anéis, foi criada com base nas simbologias
associadas aos anéis. A coreógrafa Dany Bittencourt da Cisne Negro Cia. de Dança, de
São Paulo, desencadeia seqüências de dança dentro de uma ótica ilustrativa. Nesse
contexto, a música de Adriana Calcanhoto se destaca porque existe por si,
embora tenha sido encomendada para reforçar as conotações lúdicas e ritualísticas da
temática dos anéis.
Ainda uma obra em construção, SKR - Procedimento 03, é o terceiro dos cinco
módulos que devem compor o espetáculo Skinnerbox, do Grupo Cena 11, cuja
fonte de inspiração são as idéias de Skinner, o psicólogo norte-americano que
estudou a modificação do comportamento por meio de processos de
recondicionamento. Neste espetáculo, o coreógrafo Alejandro Ahmed trafega no
experimentalismo e concentra suas pesquisas nas influências que as roupas podem
exercer sobre o comportamento humano. Inicialmente, ele desenvolveu essa idéia em
parceria com o estilista Ricardo Almeida. Numa segunda fase, o coreógrafo passou a
trabalhar as mesmas idéias com Karla Girotto, que na apresentação explica, em cena,
as propostas de seus figurinos. O vestuário como elemento de intermediação do
corpo com o meio ambiente é o foco de SKR - Procedimento 03 que o Cena 11 expõe
como uma investigação tão importante quanto o resultado cênico final.
Fonte: Rede SescSenac de Televisão.
Série Rumos Itaú Cultural – Dança
IC RD DV45
FLUXION II - [Gícia Amorim]. Direção Nelson Enohata.
São Paulo: Itaú Cultural, 2004. 1 DVD (25
min), NTSC, son., color. (Mostra Rumos Dança).
Coreografia. Na filosofia da natureza de Newton, no século XVII, fluxion é o estado
matemático das pequenas variações: uma onda se deslocando na água, a luz branca
se decompondo nas cores do arco-íris, as cores do arco-íris se tornando ondas na
água. O primeiro fluxion é a velocidade e, o segundo, a aceleração, a mudança da
mudança. Na coreografia Fluxion I, o movimento acontece como ondas que se
desdobram, se aceleram e retardam, modificadas pela intenção individual do
momento e pelo acaso, num jogo permanente de mudanças.
concepção - Gícia Amorim
coreografia e interpretação - Gícia Amorim
trilha sonora - Lindembergue Cardoso, Cantos da Tradição Xavante, Maria Helena
Rosas Fernandes, R. Sakamoto.
projeto de luz - André Boll
Fonte: Instituto Itaú Cultural. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural, 2004.
[catálogo]
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD DV52
O BANHO - [Marta Soares]. Direção Nelson Enohata.
São Paulo: Itaú Cultural, 2004. 1 DVD (58
min), NTSC, son., color.
Tem como ponto de partida a vida de Dona Yayá e as transformações arquitetônicas
ocorridas em sua casa, no Bexiga, São Paulo. Considerada doente mental, ela teve a
casa transformada em hospital psiquiátrico privado, onde permaneceu isolada por
40 anos. No espetáculo, o banho simboliza a passagem do tempo, com o corpo da
performer suspenso pelo ponto no qual se encontra entre a vida e a morte. É
composto de elementos de dança, videoarte e performance. É um memorial para con
scientização da resistência, limpeza e cura.
Ficha técnica:
Marta Soares
concepção e direção - Marta Soares
coreografia e interpretação - Marta Soares
designer sonoro - Livio Tragtenberg
light designer - Wagner Pinto
Fonte: Instituto Itaú Cultural. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural, 2004.
[catálogo]
IC RD FV20
CORPOS ilhados. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (50 min),
NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Corpos ilhados - Vera Sala - São Paulo, 50 min
O trabalho dá continuidade à pesquisa corporal desenvolvida nos últimos anos por
Vera Sala que desarticula, recorta e fragmenta expressões, apresentando novas
possibilidades e relações dentro e fora do corpo. Corpos Ilhados é o resultado
dessas trajetórias corporais, criando e tecendo fragmentos de existências e vestígios
de corpos humanos. Inspiração poética e a natureza da movimentação dissolvem-se
em suas fronteiras e permutam-se no pensamento do corpo.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
IC RD FV21
TÚFUNS. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka. São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (37
min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Túfuns - Mariana Muniz - São Paulo, 37 min
Comunicação cênica elaborada com base em poesias, idéias e sensações do
poeta maranhense Ferreira Gullar. Em Túfuns, lida-se com as palavras e sensações do
poeta sem pactuar com um texto preestabelecido, sem convenções cênicas
determinantes ou normas de carpintaria teatral. O trabalho se delineia com os
recursos das artes da dança, do teatro e da música, tendo como eixo direcionador a
bailarina-atriz por meio de quem, como corpo-instrumento e relação palavra/
movimento, injetará sangue nas palavras, redimensionando-as em um novo espaço.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
IC RD FV22
O HOMEM de Jasmin: Marta Soares. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de
vídeo (57 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- O Homem de Jasmin - Marta Soares, São Paulo, 57 min
Tendo como ponto de partida o livro O Homem de Jasmin e Outros Textos, da alemã
Unica Zürn (1916-1969). O espetáculo transpõe para a linguagem da dança os
procedimentos utilizados pela escritora em sua obra, entre os quais a escrita
automática, os poemas anagramáticos, o acaso, como também as questões
relacionadas às suas crises mentais, entre elas a degradação do corpo, a dissolução
do sujeito e a perda da delimitação entre o corpo e o espaço ao seu redor. Este solo dá
continuidade à pesquisa realizada por Marta Soares para o solo Les Poupées (1997)
e para o trabalho em grupo Formless (1998), que têm como fonte de inspiração
o trabalho de artistas e pensadores (como Hans Bellmer) que exploram, por meio do
erotismo, temas relacionados à degradação do corpo.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
IC RD FV23
PERCURSO. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo
(35 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Percurso - Admilson Maia e Romero Motta - Paraíba, 35 min
Em Percurso, Romero e Admilson incluem-se em uma vertente de criadores-
intérpretes que, não se servindo de outros objetos de cena se não de seus próprios
corpos, recorrem à experimentação de padrões corporais para além dos sistemas
técnicos disponíveis. Nessa obra, o significado da dança reside na própria experiência
cinética. Há um certo prazer na invenção e na organização do movimento. Produzem
condutas estéticas que tendem a um novo tipo de expressionismo estruturado na
justaposição de imagens teatrais organizadas no movimento e pelo movimento.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança. Criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001, p. 128.
IC RD FV24
ÍCARO Pós-moderno. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1
fita de vídeo (35 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Ícaro Pós-Moderno - Roberto Ramos e Gustavo Ramos - São Paulo, 35 min
A emergência de novas maneiras pelas quais experimentamos o tempo e o espaço
encontra eco no trabalho de Roberto Ramos e Gustavo Ramos. Sem apontar
caminhos a serem seguidos, muito menos receitas a serem empregadas, eles falam das
inquietações e angústias em um momento em que apenas uma coisa é sólida: a
incerteza. As vertigens pós-modernas instauram-se nesse trabalho, emprestando
questões sobre o agir e sentir atuais e a volatividade presente em nossa cultura. A
sensibilidade distinta da pós-modernidade faz surgir novas propostas, desejos,
ansiedades e angústias diante do turbilhão do fluxo e mudança correntes. Os
criadores dividem com a platéia essas inquietações, trazendo Ícaro e Dédalo, figuras
mitológicas, como ponto de partida para esses questionamentos.
Fonte: CERBINO, Beatriz. Instantâneos do movimento. In: CARTOGRAFIA da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 77.
IC RD FV25
O OCASO de Crepusculina / Paixão. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de
vídeo (55 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- O Ocaso da Crepusculina - Fabricia Trindade Miterhof - Rio de Janeiro, 35 min
A obra traz como referência temática movimentos e intensidades dos ciclos do
cotidiano de pessoas comuns que vivem na cidade. A metáfora do nascer e do
pôr-do-sol, ditada em seu próprio nome, coloca uma personagem feminina como
agente produtor de estados condutores da ação cênica.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001, p. 124-125.
Paixão - Marcos Pitanga e Patrícia Miranda - Espírito Santo, 20 min
Com uma ambientação própria (música, cenário, costumes e comportamento). Paixão
é um representante de investigação em dança-teatro; não como denominação ou
estilo, mas com perguntas próprias do contexto dos criadores. O propósito central
está no tipo de tratamento dado para estados do corpo elaborados para a cena.
Possui uma narrativa, compromisso teatral fidedigno, concebendo uma relação
do corpo e da cena. Oferece, portanto, um debate sobre as preocupações da dança-
Fonte: MARINHO, Nirvana. Estados do corpo na dança-teatro. In: CARTOGRAFIA da
dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 128.
IC RD FV26
FOLHAS Secas, Flores Prateadas / Discurso. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1
fita de vídeo (45 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Folhas Secas, Flores Prateadas - Lu Favoretto - São Paulo - 25 min
Em Folhas Secas, Flores Prateadas, a dança se organiza em espirais, imagem da vida,
de ciclos que se projetam espacialmente. Na outra ponta, tensionando as espirais em
que a dança de Lu Favoretto se desenvolve, está a idéia de morte. Morte que não é
fim, mas transformação. Final que reinicia os ciclos em fluxos de continuidade.
Imbaúba, folha que quando vai perdendo a seiva se colore de prata.
Fonte: SOTER, Silvia. Rumos Itaú Cultural Dança em São Paulo. Cartografia da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 83.
- Discurso - Waldete Brito e Eleonora Leal - Pará - 20 min
Em Discurso, Waldete Brito e Eleonora Leal trazem para a cena um ambiente
verborrágico, ou melhor, “corporrágico”. Na eloqüência de uma fala pouco ouvida,
a tentativa de evidenciar universos distintos, inquietantes e intensos. As personagens
parecem imersas em uma incessante busca por respostas para seus questionamentos e
indagações.
Fonte: TORRES, Vera Lúcia Amaral. Quando a voz cala e o corpo fala. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001, p. 131.
IC RD FV27
CATU Maçã Guerra Bonita / Sorrindo Encontrei Minha Prima. Direção Tamara Ka.
São Paulo:
Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (52 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança
- 2000).
- Catu Macã Guerra Bonita - Analia Timbó e Socorro Timbó - Ceará, 20 min
A parceria das criadoras-intérpretes Anália e Socorro Timbó traz uma leitura do
maracatu sem os indesejáveis mimetismos. O aspecto da ficção e invenção é
dominante na composição do maracatu, mas uma construção estética
envolvendo diálogos com ele. Alguns de seus elementos básicos foram selecionados a
fim de servir de motor para os improvisos coreográficos que se sucederam.
Fonte: SPANGHERO, Maíra. Guerra bonita. In: CARTOGRAFIA da dança: criadores-
intérpretes brasileiros: São Paulo, Itaú Cultural, 2001, p.90.
- Sorrindo Encontrei Minha Prima - Key Sawao e Ricardo Iazzetta - São Paulo - 32 min
A obra faz da dança um caminho a percorrer. Em cena, um homem e uma mulher em
travessia (.), duas origens e uma longa trilha compartilhada. Quadros se iluminam
e desvanecem, recortando diferentes instantes de suas trajetórias. As
dimensões-tempo e espaço se fundem e se traduzem em deslocamentos variados. De
pé, de quatro, de costas, sozinho ou acompanhado, avançar é preciso como navegar
foi um dia. Caminhos que se cruzam e se afastam, tempo que passa e retorna, em que
o sentimento de “não ser daqui” faz de estranhos uma mesma família. Nesse
deslocamento, avançar é, inevitavelmente, retornar às origens.
Fonte: SOTER, Silvia. Rumos Itaú Cultural Dança em São Paulo. In: CARTOGRAFIA da
dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001. p.80.
IC RD FV28
A PAISAGEM Daqui É Outra / Um Diálogo Possível. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.

São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (45 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural
Dança - 2000).
- A Paisagem Daqui é Outra - Marcia Rubim - Rio de Janeiro - 10 min
Solo inspirado no conto Excursão às Montanhas, de Franz Kafka, e em um
poema de Ana Cristina César, é uma continuidade do trabalho que Marcia Rubin
desenvolve com sua companhia de dança, em que investiga as possíveis relações
entre texto e movimento. Trata-se de um solo feito de duos: movimentos e texto;
texto e música; música e movimento. Relações que no processo de criação se
entrecruzam, propondo outras perspectivas de composição.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
- Um Diálogo Possível - Marcos Sobrinho - São Paulo - 35 min
O escritor e dramaturgo Jean Genet e o artista plástico Alberto Giacometti, com
seus respectivos materiais e formas de trabalho, encontram pontos em comum ao
abordar temas próximos. (.) Marcos Sobrinho, em Um Diálogo Possível, pesquisa
o universo desses dois criadores, mergulhando fundo em suas inquietações para, a
partir daí, construir o seu próprio mundo. Um mundo onde as angústias e
sofrimentos são expostos exatamente pela impossibilidade de ser, onde o corpo
parece não ter autonomia, e qualquer movimento tem uma repercussão impossível de
ser controlada. Essa reverberação, no entanto, não conduz a uma amplitude de movi
mentos, muito menos a grandes deslocamentos no espaço. O corpo construído por
Marcos Sobrinho pouco se desloca, circunscrevendo também especialmente sua
não possibilidade. Um corpo que aos poucos ganha forma e visibilidade, esculpindo e
compondo mais do que uma figura ou um personagem, mas que encarna a fragilidade
e, ao mesmo tempo, a densidade tão presentes na obra de Genet e Giacometti.
Fonte: CERBINO, Beatriz. Instantâneos do movimento. In: CARTOGRAFIA da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001. p. 75.
IC RD FV29
EXPERIMENTO 1 / Corpo Emprestado. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita
de vídeo (59 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- experimento 1 - Luciana Gontijo e Margô Assis - Minas Gerais - 32 min
O título do trabalho apresenta sua natureza: investigação do corpo que se
desdobra em discussão da própria dança. Cruzando referências científicas, filosóficas
e da história da dança, as duas coreógrafas compreendem que a construção dos
processos criativos constitui a diversidade de forma que ampliam o próprio conceito
de dança. A formulação coreográfica apresenta um processo não convencional, pela
própria natureza instável de toda experimentação. O público precisa despir-se de seus
preconceitos para entrar no teatro disposto a se atualizar, a pensar e a aprender.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
- Corpo Emprestado - Guilherme Machado e Renata Ferreira - Minas Gerais - 27 min
Este trabalho afirma o teor investigativo a que se propõe: centrado nos corpos como
referência de discussão sobre seu estado de assimilação e limitação. Na troca entre
aquele que conduz e quem é conduzido, busca-se verificar possibilidades de mover-se,
ou seja, emprestar seu corpo para esses propósitos experimentais. O corpo, de certa
forma, sempre se prestou à sua possibilidade de movimento para a dança. Nesse
momento, o corpo como aparato conceitual se volta para novas condições que se
apresentam nessa elaboração cênica.
Fonte: MARINHO, Nirvana. A que o corpo se presta? In: CARTOGRAFIA da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001. p.103-104.
IC RD FV30
BALDES / Do que se pode dizer. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cul-
tural, 2001. 1 fita de vídeo (55 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Baldes - Henrique Schuller - Rio de Janeiro - 30 min
A obra é encenada num território demarcado por grades similares àquelas usadas nas
construções, reformas e/ou demolições dos espaços urbanos. Recorta um espaço, cria
um ambiente impregnado de elementos significantes, música, baldes, corda, água,
luz uma tela exibindo imagens, um homem em situação de movimento. articulado
à manipulação dos objetos, às manobras, com a água e com a vestimenta que
organiza e desorganiza o ambiente coreográfico, produzindo sons, imprimindo
sensações, imagens e condutas espaço-temporais.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
Cartografia da dança: intérpretes-criadores. São Paulo: Rio de Janeiro, 2001., p.126.
- Do que se pode dizer. - Andréa Bardawil - Ceará, 24 min
Elaboração de uma dança funcional. Funcional porque nada é imposto ao corpo que
não lhe seja próprio. A função, como um parâmetro sistêmico, está ligada à ação de
uma estrutura. O estômago, por exemplo, é uma estrutura do corpo cuja ação é
digerir. Essa ação é funcional na medida em que colabora com a integridade do todo.
Andréa Bardawil não violenta seu corpo porque desenvolve amortecedores para
afastar os choques. O trajeto do movimento, na obra, atravessa etapas. Deitar, sentar,
acocorar, ficar de pé e estar seguro para ousar são passagens e planos explorados com
essa funcionalidade.
Fonte: SPANGHERO, Maíra. O que se diz. In: Cartografia da dança: intérpretes-
criadores. São Paulo: Rio de Janeiro, 2001. p. 91.
IC RD FV31
TECER-TE / Mar Formado pelos Rios da História. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural,
2001. 1 fita de vídeo (33 min), NTSC, son., color., VHS.
- Tecer-Te - Kania Dias, Distrito Federal, 18 min
Na obra da dançarina Kênia Dias, encontramos um modo de organização que
consolida aquilo que conhecemos como dança. Há explicitamente um estudo
que abrange não somente o que o corpo mostra, mas que procedimentos são
adotados para analisar resultados e colocá-los à prova no processo de uma
investigação. As idéias estão articuladas no corpo de um modo definido,
encaminhado coreograficamente em cena. A pergunta é fisicamente clara e há
protocolos definidos. Com três recursos basicos – as cordas, a moldura e o corpo –, a
criadora propõe um motivo que se amplia e gera questões no corpo.
Fonte: MARINHO, Nirvana. Conhecida dança. In: CARTOGRAFIA da dança: criadores-
intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p.106.
- Mar Formado pelos Rios da História - Paula Akiko e Sandro Amaral - Minas Gerais, 15
Mar Formado pelos Rios da História é um título mais que sugestivo: indicativo de
que modo esses criadores tratam o corpo e suas condições de relação, de
manipulação. Há também um questionamento binômio sujeito-objeto. Com idéias
fortes das marcas deixadas no corpo quando em relação com o outro, a investigação
propõe fazer do corpo um meio de manipulação e escuta, sendo o tempo um fator
importante para a leitura das relações. Diante dessas questões conceituais, o trabalho
relaciona as marcas deixadas no corpo e sua manipulação.
Fonte: MARINHO, Nirvana. Dois corpos: marcas provisórias. In: Cartografia da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p.100.
IC RD FV32
SONHOS Quebrados / A Metáfora da Colheita. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São
Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (60 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural
Dança - 2000).
- Sonhos Quebrados - Patricia Werneck e Luiz Abreu - São Paulo - 30 min
Quando a cena se ilumina, um casal se observa dentro de uma cerca de arame.
Parados, suas posturas e seus olhares estão carregados de significados. A música situa
a cena, sugerindo-lhe uma época específica, um tempo cercado. Aparentemente, a
dança ainda vai começar, mas tudo já está ali, na densidade que habita aquele
espaço circunscrito, nos sinais que sugerem a história passada dessas duas persona
gens. Como dar visibilidade ao passado? Nos corpos parados, transborda o
potencial de movimento. (.) Sonhos Quebrados conta uma história por meio da
dança. Dança-teatro? Talvez. Mas sem operar esse trânsito da maneira mais comum,
recorrendo ora a seqüências coreográficas, ora ao ato teatral para dar conta do
recado. De forma econômica e precisa, os intérpretes realizam essa mistura em seus
Fonte: SOTER, Silvia. Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú
Cultural.
- A Metáfora da Colheita - Wagner Schwartz - Minas Gerais - 30 min
O trabalho mostra um engendramento de vários pequenos versos, compondo
estrofes, ou seja, não mais como captar formatos de coreografias, trechos. Trata-se
de uma construção de cena que está conjugada de acordo com a necessidade de o
corpo se fazer compor na sua materialidade.
Fonte: MARINHO, Nirvana. A complexidade de colher. In: CARTOGRAFIA da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p.105.
IC RD FV33
CORPO Aberto / O Açougue. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural,
2001. 1 fita de vídeo (53 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Corpo Aberto - Ivani Santana - São Paulo, 33 min
Reflexo estético do corpo contaminado pela tecnocultura. Corpos de silício que
dialogam com corpos de carbono em uma simbiose, na qual é impossível dizer onde
começa a tecnologia ou onde termina a dança. Uma co-evolução das diversas
possibilidades de existência desses corpos em movimento. Criado no software
coreográfico Life forms 3.5, utilizado tanto no processo criativo como em projeções
durante o espetáculo. Revelam-se simultaneamente imagem e bailarina em processo
e criação. É uma variação para solo do espetáculo Gedanken, resultado teórico da
pesquisa de mestrado “Corpo Aberto: mídia de silício, mídia de carbono” (2000 - PUC/
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
- O Açougue - Maurício Leonard e Fabricia de Cássia (Cia. Dorg), Minas Gerais, 20 min
Os dançarinos dispõem os talheres em cena. É com essas ferramentas que partimos
para ver a relação entre dois corpos que se movem no espaço. A poesia submersa em
relações complexas que envolvem duas pessoas: obstáculos, separações e flutuações.
A obra é complexa por seu tratamento em fragmentos de situações. É uma peça
ritmada pelo tempo da subjetividade e por atitudes não causais.
Fonte: MARINHO, Nirvana. Fragmentos mixados. In: CARTOGRAFIA da Dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p. 102.
IC RD FV34
URSA Maior / Das Faces do Corpo. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de
vídeo (48 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Ursa Maior - Gilsamara Moura - São Paulo, 24 min
A artista expõe sua visão antropofágica, refletindo sobre as influências diretas do
corpo que interpreta e digere Macunaíma, com base em seu próprio contexto. O
corpo aqui aparece como veículo ou lugar onde se metaboliza a dança, corpo
midiático, corpo também como sistema comunicativo. No percurso, crises necessárias
viabilizam a própria transformação. Antropofagicamente, esse corpo literário descrito
é mastigado e recriado em dança.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Ursa-maior: da constelação para a dança. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural.
2001, p.135.
- Das Faces do Corpo - Eliana de Santana - São Paulo, 24 min
O trabalho parte das imagens do fotógrafo Arthur Omar sobre os rostos anônimos
e transfigurações pelo carnaval para expor aquilo que dessas imagens ganha eco em
seu corpo. Aqui o carnaval não é tratado em suas dimensões espetacular ou folclórica,
mas como espaço-tempo de liberdade, época em que a identidade se dilui no corpo e
na multidão, e a fantasia é autorizada a explodir as máscaras e misturá-las nos corpos.
Fonte: SOTER, Silvia. Rumos Itaú Cultural em dança em São Paulo. In: CARTOGRAFIA
da dança: intérpretes-criadores. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p.85.
IC RD FV35
CROSTA / Aboio / Onde Estão os Cavaleiros? Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001.
1 fita de vídeo (43 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Crosta - Diana Gilardenghi - Santa Catarina, 15 min
A obra se propõe a discutir a questão dos limites corporais. Essa discussão não se
restringe ao humano, mas sim busca encontrar algum entendimento sobre o papel
desempenhado pelas estruturas que delimitam os corpos e que atuam como
mediadoras entre o dentro e o fora.
Fonte: HERCOLES, Rosa. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. In: CARTOGRAFIA
da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p.112.
- Aboio - Marcelo Rodrigues - São Paulo, 15 min
A obra resgata o homem do sertão, as questões que permeiam a sua vida, o ambiente
rural, os animais do campo. Com uma pesquisa focada na busca das sensações
vivenciadas na própria pele do vaqueiro, na lida com o animal e com o ambiente rural,
além de reflexões sobre o universo masculino, Marcelo Rodrigues traz para a sua obra
uma atmosfera árida, remetendo-nos a uma certa paisagem sertaneja. Em todos os
momentos, a presença do vaqueiro, sua força, sua virilidade, sua paciência, sua
profunda compreensão dos animais e, sobretudo, sua relação com a vida.
Fonte: TORRES, Vera Lúcia Amaral. Aboio, o canto de Marcelo Rodrigues. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001. p.133.
- Onde Estão os Cavaleiros? - Simone Mello e Thiago Granato - São Paulo, 13 min
Concebido para acontecer em espaços abertos e públicos, Onde Estão os Cavaleiros
situa-se na zona de diálogo entre a dança, a performance e as artes plásticas. É
investigando a relação artista, obra e espectador que o trabalho de Simone Mello e
Thiago Garanto propõe sua questão mais interessante.
Fonte: SOTER, Silvia. Rumos Itaú Cultural Dança em São Paulo. In: CARTOGRAFIA da
dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001. p.84.
IC RD FV36
RECORRÊNCIA: Quasi-Instante / Usina / Planetário. Direção Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural,
2001. 1 fita de vídeo (44 min), NTSC, mudo, color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Recorrência: Quasi-Instante - Paulo Mantuano - Rio de Janeiro, 13 min
A obra traz uma dança motivada pela experiência cinética e cinestésica do próprio
criador-intérprete: dimensões espaciais, controles, desequilíbrios e quedas; memórias,
tempo, percepção, déjà-vu. Forma e poética articulam sinergeticamente as funções
físicas, proprioceptivas e expressivas do movimento. A resolução estética atribui um
valor dramatúrgico ao próprio texto cinético.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural.
2001, p. 119.
- Usina - Ludmila Pimentel - Bahia, 14 min
Dançar imersa na escuridão e contracenar com dançarinos virtuais são algumas
habilidades que o corpo da baiana Ludmila Pimentel vem desenvolvendo. Seu solo
Usina se insere numa vertente da dança contemporânea ainda pouco explorada no
Brasil. Justamente aquela que está interessada em promover sínteses entre a dança
e as tecnologias digitais. O trabalho da artista contribui para a consolidação dessa
linha de investigação no país.
Fonte: SPANGHERO, Maíra. Corpo de luzes. In: CARTOGRAFIA da dança: criadores-
intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p. 96.
Planetário - Eduardo Severino - Rio de Janeiro, 17 min
O que está nessa obra, transduxindo-se em dança, não são mais as denúncias sobre os
retorcimentos deixados pelas queimadas. No corpo de Eduardo Severino, a
inexorabilidade das formas captadas por Krajcberg ganha movimento. Investigar
a plasticidade dessas formas, adequando-as à linguagem coreográfica, constitui seu
processo de criação. No lugar de cicatrizes, temos os rastros da inevitável e muitas
vezes surpreendente ação do tempo.
Fonte: HERCOLES, Rosa. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. In: CARTOGRAFIA
da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p.110.
IC RD FV37
NÃO pertence / Linha aberta. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural,
2001. 1 fita de vídeo (39 min), NTSC, son., color., VHS.
- Não Pertence - Frederico Paredes e Gustavo Ciríaco - Rio de Janeiro - 17 min
O espetáculo traz a questão das fronteiras como referência temática sob um duplo
aspecto: fronteiras da individualidade do homem contemporâneo e entre os
gêneros dança e teatro. Poeticamente, propõe uma metáfora da problemática da
complexidade: quanto mais autônoma uma organização viva, mais depende de seu
ambiente. Mais ainda: um ser vivo faz parte de seu ambiente, o qual faz parte dele. A
fronteira entre o “eu” e o “outro” torna-se uma ilusão no jogo existencial. Ao mesmo
tempo, os aspectos formais da obra exploram vetores comunicacionais, múltiplos do
corpo cênico: a palavra, o gesto e o movimento.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: intérpretes-criadores. São Paulo: Rio de Janeiro, 2001. p.117.
- Linha Aberta - Ney Morales e Carlos Gradin - Rio Grande do Sul - 22 min
As questões que envolvem o eu e o outro que constituem o universo investigativo
desses criadores-intérpretes. Na cena, os conflitos entre os opostos são
questionados e solucionados por meio da relação de necessidade que estabelecem, a
identificação desses opostos se externa como um dos caminhos para que a
possibilidade da conexão exista.
Fonte: HERCOLES, Rosa. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. In: CARTOGRAFIA
da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Rio de Janeiro, 2001. p.111.
IC RD FV38
VESTIDO de Gaiola / A Massa. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural,
2001. 1 fita de vídeo (40 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Vestido de Gaiola - Gerailton Dias - Rio de Janeiro, 23 min
Vestido de Gaiola remete imediatamente a múltiplos sentidos, estar, ser, nomear e
adjetivar estados e lugares. Sua metáfora cênica trata de especialidades, do
próprio corpo e de sua “kinesfera”. Isto é, trata do lugar ao redor desse corpo no qual
se move, refere-se ao limite individual de alcance pessoal que varia ao relacionar-se
com seu torno. Que corpo é esse? Como se move? Que ambiente se circunscreve?
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001, p.122.
- A Massa - Deborah Furquim e Angela Nolf - São Paulo, 17 min
Uma das possibilidades para apresentar a coreografia A Massa, pesquisa iniciada a
partir da observação da argila e seu manuseio, seria realizar uma leitura sobre as
similaridades existentes entre o trabalho. A argila é material passível de
transformações, assim como o corpo também é, e suas respectivas plasticidades não
se restringem à forma final que assumem, mas referem-se, principalmente, às muitas
possibilidades que existem, fases pelas quais passam, até atingir um movimento
desejado. Pode-se ainda salientar a ocupação que o corpo e argila realizam no espaço
e os tipos de materialidade a que estão sujeitos, ressaltando assim as diversas formas
com que se apresentam e as diferenças de movimentos provenientes.
Fonte: CERBINO, Beatriz. Instantâneos do movimento. In: CARTOGRAFIA da dança:
criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p.76.
IC RD FV39
VARIAÇÕES para Café com Pão / Uma Barata Só Faz Verão / Fragmento para Quase Cinema.
Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (30 min),
NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança - 2000).
- Variações para Café com Pão - Telma César Cavalcanti e Glauber Xavier - Alagoas - 7
Variações para Café com Pão insere os corpos dos intérpretes em um jogo
comunicacional que expõe relações entre masculino e feminino, redimensionado as
motivações inaugurais. Os criadores-intérpretes trabalham elementos significativos
no nível microscópico – estruturas organizantes da dança de coco, capital
géstico, verbal, sonoro e rítmico – para representá-los no nível macroscópico, numa
condição humana universal, extra-regional. As relações de poder do homem e da
submissão da mulher metaforizadas incluem o universal no particular. Cada um desses
termos, poder, submissão, universal e particular, anela-se ao outro e se co-produzem
entre si.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001. p. 129.
- Uma Barata Só Faz Verão - José Clébio G. Oliveira - Rio de Janeiro - 10 min
Com Uma Barata só Faz Verão, José Clébio dá início a seu modo de fazer dança.
Inspirado no verbete “uma andorinha só não faz verão”, usa uma situação realmente
vivida com a presença de uma barata capaz de causar muita confusão no espaço. Faz
desse fato restaurado do cotidiano o motivo de sua metáfora cênica: a disputa pelo
espaço de convivência imediatamente dado.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural.
2001. p.127.
- Fragmento para Quase Cinema - Maria Alice Poppe e Paulo Caldas - Rio de Janeiro,
A obra se fez no próprio texto cinético, a não presença da música e demais
elementos cênicos não subestimou o propósito de formulação estética. Ao contrário,
abriu fendas fazendo irromper outras metáforas poéticas. Ao mesmo tempo, deixou
muito claro o modus operandi dos criadores-intérpretes.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001. p. 121.
IC RD FV40
MULHER de Roxo / Espera / Inter-cessão. Direção Tamara Ka; edição Tamara Ka.
São Paulo:
Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (45 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cultural Dança
- 2000).
- Mulher de Roxo - Leda Ornellas - Bahia, 8 min
A mulher de roxo, tema desse trabalho da baiana Leda Ornellas, existiu de verdade.
Foi professora, tinha num físico forte e traços delicados. Conhecida até hoje
como “a mulher do magazine Slooper”, a moradora de rua, nas décadas de 1960
e 1970, foi uma figura significativa em Salvador. Até que, por falta de tratos, um
dia adoeceu e não mais voltou aos asfaltos. (.) As seqüências de movimento da
criadora provam sua intimidade com o assunto, fruto de anos de observação e
experimentação. As informações brutas, os gestos e comportamentos da
sem-teto Florinda Grandwester ganharam expansão no corpo da intérprete. O
resulta do confirma a dança como uma forma de conhecimento. Ou seja, o que vemos
é dança, uma formulação, uma organização de idéias, e não a mulher de roxo imitada.
Fonte: SPANGHERO, Maíra. Mulher de fé. In: CARTOGRAFIA da dança: criadores-
intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 93-94.
- Espera - Karin Virginia - Ceará - 14 min
Uma pesquisa sobre impulsos e fluxos que, quando quebrados, apontam novos
caminhos e esperam outras qualidades de movimento. O tema nada mais é que
uma circunstância cotidiana e eterna. Nessa condição revela-se no corpo uma certa
angústia ou paciência; prazo marcado, coisa desejada ou prometida. Confia-se, odeia-
se esperar, prefere-se sempre chegar mais tarde.
Fonte: Rumos Itaú Cultural Dança 2000/2001 [folder]. São Paulo: Itaú Cultural.
- Inter-Cessão - Alex Neoral e Clarice Silva - Rio de Janeiro - 13 min
Inter-Cessão produz uma conduta estética pautada num jogo comunicacional
que expõe a autonomia cinética como sistema produtor de sentidos. Alex e
Clarice estão entre aqueles criadores-intérpretes que não se servem de outros
objetos de cena, apresentam questões de inquietação na matéria somática. Isto é,
o significado da dança está na experiência cinética e cinestésica do movimento. No
propósito investigativo da obra está implícita uma dramaturgia da fisicalidade, em
que a teatralidade está no domínio da fisicalidade organizada esteticamente.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, p.
2001. p. 116.
IC RD FV41
LEV / Espira / Território / Sobre uma Caixa de Ressonância. Direção Tamara Ka; edição Tamara
Ka.
São Paulo: Itaú Cultural, 2001. 1 fita de vídeo (51 min), NTSC, son., color., VHS. (Rumos Itaú Cul-
tural Dança - 2000).
- Lev - Evelin Silva Moreira - Bahia, 13 min
Nos trabalhos de Evelin, as mídias estão emitindo e relacionando informações
conforme suas possibilidades e sem desconsiderar características específicas.
Isso acontece porque as costuras estão bem-feitas, as diferenças estão respeitadas
e as similaridades aproveitadas como matéria-prima para o diálogo imprevisível que
surgirá. As interferências entre as mídias são bem-vindas e aproveitadas como injeção
de vida no espetáculo. A música interfere na dança que interfere no vídeo que inter
fere na dança que interfere. São emissões e sobreposições de ondas sonoras,
eletromagnéticas, sônicas, luminosas, alternadas e simultâneas!
Fonte: SPANGHERO, Maíra. O incêndio de Lev. In: Cartografia da dança: criadores-
intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 95.
- Fato [Espira] - Andréa Serrato - Paraná, 13 min
As questões temáticas dessa obra tratam da autonomia dos seres humanos. A
criadora-intérprete coloca em dúvida essa autonomia quando afirma que os padrões
de pensamento e os conceitos que orientam toda e qualquer conduta estão
condicionados e são, de algum modo, moldados pelo contexto social. O que se
entende por liberdade pode ser por pura ilusão.
Fonte: HERCOLES, Rosa. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. In: CARTOGRAFIA
da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural. 2001, p. 109.
- Território - Esther Weitzman - Rio de Janeiro, 13 min
Em Terras, os propósitos investigativos expõem um drama de energias formulado
corporalmente. Ao articular sensação do movimento (matéria somática) ao
sentimento do exílio e à busca de identidade (matéria semântica), Terras deixa
entrever uma dramaturgia cinética expressada por estados que se fazem da relação
existencial com a gravidade e seu entorno.
Fonte: BRAVI, Valéria Cano. Rio de Janeiro, Campina Grande, Maceió e Recife. In:
CARTOGRAFIA da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural,
2001, p.118.
- Sobre uma Caixa de Ressonância - Zila Muniz e Ivana Bonomini - Santa Catarina, 12
O corpo é pensado como uma caixa que ressoa diante da presença de outros corpos,
que se comunicam através de ondas. O modo como um corpo percebe o outro funda
o tipo de relação que estabelecem, reconhecer as diferenças existentes é o passaporte
para que conexões sensíveis e inéditas ocorram.
Fonte: HERCOLES, Rosa. Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. In: CARTOGRAFIA
da dança: criadores-intérpretes brasileiros. São Paulo: Itaú Cultural, 2001, p. 113.
IC RD FV42
MAPA da Dança Contemporânea - I.
São Paulo: TV Cultura - Fundação Padre Anchieta, 2001. 1 fita
de vídeo (55 min) : NTSC, Son., Col.
Coreografia. Programa realizado pela TV Cultura em 2001 decorrente do de
Mapeamento da Dança Contemporânea Brasileira, feito pelo Instituto Itaú Cultural.
Primeiro capítulo, com depoimentos e trechos dos trabalhos de:
- Mariana Muniz
- Márcia Rubin
- Patrícia Werneck e Luiz de Abreu
- Vera Sala
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD FV43
MAPA da Dança Contemporânea - II.
São Paulo: TV Cultura - Fundação Padre Anchieta, 2001. 1
fita de vídeo (55 min) : NTSC, Son., Col.
Coreografia. Programa realizado pela TV Cultura em 2001 decorrente do projeto de
Mapeamento da Dança Contemporânea Brasileira, feito pelo Instituto Itaú Cultural.
Segundo capítulo, com depoimentos e trechos dos trabalhos de:
- Ivani Santana
- Marta Soares
- Karin Virgínia
- Luciana Gontijo / Margô Assis
FITA SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD FV44 DVD
DOS Tornozelos à Alma - [Quik Cia. de Dança]. Direção Nelson Enohata.
São Paulo: Itaú Cul-
tural, 2004. 1 DVD (36 min), NTSC, son., color. (Mostra Rumos Dança).
Propõe-se a investigar o tema natureza e cultura e sua relação com o corpo. Investiga
também a relação de um corpo com outros corpos e conceitos que se opõem:
natural e artificial, espírito e matéria, muito e pouco, certo e errado. Com base nessas
relações dinâmicas, provocam-se no “corpo” fragmentações, sensações e estímulos
diversos, objetivando novas estruturas de movimentos, linhas e formas. Por fim,
constrói-se um vocabulário coreográfico.
Quik Cia. de Dança:
direção, concepção e coreográfia - Rodrigo Quik
assistente de direção - Letícia Carneiro
bailarinos-criadores - Letícia Carneiro, João Vicente, Rodrigo Quick e Clarissa Rocha
trilha sonora - Win Mertens e Matmos
cenário - Rodrigo Quil e Letícia Carneiro
projeto de iluminação - Leonardo Pavanello
Fonte: INSTITUTO ITAÚ CULTURAL. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural,
2004. [catálogo]
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD FV46 DVD
ESCAMBO - [Cia. Mário Nascimento]. Direção Nelson Enohata; edição Renato Rato Dias;
produção Liliane Haag Brum.
São Paulo: Itaú Cultural, 2004. 1 DVD (61 min), NTSC, son., color.
(Mostra Rumos Dança).
Troca, permuta, câmbio. Todo tipo de relação nos mais diversos aspectos da vida e
a condição da própria existência. A base principal é a inter-relação, a troca de
linguagens e a influência que uma exerce sobre a outra: as relações artísticas,
humanas e sociais. Três linguagens distintas, a dança, a música e o teatro se fundem
num objetivo comum. Suas intersecções formam o método de pesquisa da Cia. Apelo
Estético, em que a dança, a música e teatro se alimentam de códigos populares.
Cia. Mário Nascimento
direção e concepção - Mário Nascimento
direção musical e composição - Fábio Cárdia
pesquisa de sons alternativos e danças populares - Cristiano Bacelar e Rosa Antuña
projeto de cenografia - Cia. Mário Nascimento
projeto de iluminação - Mário Nascimento
figurino: Cia. Mário Nascimento
elenco: Cristiano Bacelar, Fábio Cárdia, Mário Nascimento, Rosa Antuña e Thaís França
Fonte: INSTITUTO ITAÚ CULTURAL. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural,
2004. [catálogo]
SOMENTE PARA CONSULTA LOCAL
IC RD FV47 DVD
CORPO desconhecido - [Cinthia Kunifas]. Direção Nelson Enohata.
São Paulo: Itaú Cultural,
2004. 1 DVD (31 min), NTSC, son., color. (Mostra Rumos Dança).
Reflete um corpo em crise que busca construir um vocabulário cuja fonte é o próprio
corpo, no qual uma trajetória de vida inteira está inscrita. Um corpo inserido num
fluxo de transformação onde a dança se realiza no trânsito entre corpo e ambiente.
Explora com cuidado micromovimentos. Estuda as sensações e as mudanças de estado
do corpo.
Cinthia Kunifas
criação e interpretação - Cinthia Kunifas
direção - Mônica Infante
preparação corporal - Wilson Hideki Segae
figurino - Laura Miranda
concepção sonora - Gilson Fukushima
iluminação - Mônica Infante
Fonte: INSTITUTO Itaú Cultural. Mostra Rumos Dança. São Paulo: Itaú Cultural, 2004.
[catálogo]
SOMENTE CONSULTA LOCAL
IC RD FV48 DVD
HYPERBOLIKÓS - [Cia. Corpos Nômades]. Direção Nelson Enohata.
São Paulo: Itaú Cultural,
2004. 1 DVD (44 min), NTSC, son., color. (Mostra Rumos Dança).

Source: http://www.itaucultural.org.br/biblioteca/download/biblioteca_filmografia.pdf

Osurf awards - aug 2000

August 2000 Awards to The Ohio State University Research Foundation Sponsor Name Start Date New/Continuation Principal Investigator(s), Department Master Number National Institutes of Health Comparison of three human ehrlichiosis agent genome NAT IN DENTAL & CRANIOFACIAL RESEARCHBrantley, William A, Restoratv/prostheticStructure and properties of high-palladium denta

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Caffeine has been popularized by numerous cultures throughout the world for nearly a dozen centuries. Its use spans the globe and is a staple in the daily routines of billions of people. During the morning rush, coffee shops and convenience stores are mobbed by the masses needing a much needed energy boost to shake off morning grogginess caused by a lack of sleep. Caffeine is not only an ergogeni

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