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As transformações psico-sociais do estagiário enquanto sujeito de ação cultural

“LEITURA: ASAS DA LIBERDADE: PROJETO HUMANIZADOR À LUZ DA BIBLIOTERAPIA COM AÇÃO SOCIAL TRANSFORMADORA NOS ENVOLVIDOS” Prof. Especialista em Administração de Sistemas de Informação Centro Universitário de Formiga – UNIFOR Prof. Especialista em Tratamento da Informação Científica e Tecnológica e-mail: Centro Universitário de Formiga – UNIFOR Área 3. Recursos y servicios de la Información Pretende-se retratar aqui o Projeto “Leitura: Asas da liberdade” como uma proposta de reflexão e de aprendizado sobre a extensão universitária e o seu papel na interface do sistema social com a formação do bibliotecário. É oferecido aos estudantes do curso de biblioteconomia do Centro Universitário de Formiga – UNIFOR/MG na cidade de Formiga_MG. A metodologia aplicada na Interdisciplinaridade de ação sóciocultural e Comunitária já apresenta resultados importantes na formação acadêmica e cidadã de diversos estudantes que já participaram do referido projeto. Os objetivos gerais do estágio consistem em proporcionar a integração dos acadêmicos em cenários diversificados, nos quais se reconheçam como atores sociais de transformação destas realidades, além de promover espaços para análise crítica parte dos mesmos e a partir daí ser inovadores de ações, ressaltando as atividades do profissional da
PALAVRAS-CHAVE: Biblioterapia. Universidade. Comunidade.
Introdução
O Brasil apresenta uma injustiça social assustadora. Por um lado nos deparamos com poucos que têm acesso ao capital e meios de consumo, que estudam em boas escolas e ocupam a maioria das cadeiras das universidades. Paralelamente, a grande maioria da população, não tem direito à saúde, educação, lazer, emprego e todas outras condições básicas de vida. Felizmente, o ensino superior tem um grande Porém, observam-se muitas dificuldades na realização do verdadeiro papel da Universidade: integrar o conhecimento produzido com as carências e necessidades da sociedade. Os profissionais, produtos desse sistema educacional, geralmente servem a classe dominante, economicamente privilegiada e contribuem dessa maneira, para a O projeto “Leitura: asas da liberdade”, realizado no Curso de Biblioteconomia do Centro Universitário de Formiga /UNIFOR, vem buscando alternativas de inclusão social das classes menos privilegiadas. Ao mesmo tempo, busca favorecer a melhoria da qualidade de ensino, inserindo acadêmicos bolsistas nas comunidades periféricas, através de estágios, na perspectiva de, juntamente com essas, identificar os problemas existentes e procurar amenizá-los, utilizando-se da literatura aliada à Assim, através de uma atividade de extensão que articula produção e transmissão de conhecimento, a universidade contribui para a transformação da sociedade e a sociedade transforma a universidade. O projeto tem como elementos fundamentais a interação, a conscientização, o exercício da cidadania Busca também o desenvolvimento de uma consciência crítica tanto para o estagiário como para a comunidade trabalhada. Proporciona ao aluno crescimento pessoal, ensina-o a se relacionar com as mais diferentes pessoas e mostra que seu conhecimento científico deve aproveitado, expandido e direcionado para a comunidade e suas necessidades. Por outro lado, o projeto tem por finalidade humanizar, promover a autoestima, melhorar a qualidade de vida de pessoas marginalizadas ou afastadas do convívio social por motivos vários, utilizando-se da leitura lúdica e dinâmica. Contando, deste modo, com o respaldo da cultura local, estas atividades desenvolver-se-ão respeitando as potencialidades de cada local Fundamentação teórica da biblioterapia
A leitura possibilita ao leitor manipular o próprio tempo, envolvendo-se em idéias, acontecimentos, interagindo com o mundo de forma mais atraente. É uma atividade que atrai, dá alegria e atende ainda à necessidade de fantasia, encantamento e, até mesmo, de repouso e relaxamento. Quando se relaciona a leitura como um instrumento de terapia, perpassa-se também no campo da biblioterapia. Segundo a Associação das Bibliotecas de Instituições e Hospitais dos Estados Unidos (Caldin, 2001), biblioterapia é a utilização de materiais de leitura selecionados como coadjuvante terapêutico na medicina e na psiquiatria: a orientação na solução de problemas pessoais por meio de leitura dirigida e o tratamento do mal ajustado para promover sua recuperação à sociedade. De acordo com Caldin (2001) “a biblioterapia clássica admite a possibilidade de terapia por meio da leitura de textos literários. Contempla a leitura de histórias e os comentários adicionais a ela. Propõe práticas de leitura que proporcionam a Assim, utilizando-se das variadas técnicas de contação de histórias, pode-se levar ao alívio da tensão diária causada por doenças, problemas pessoais e/ou psicológicos, pelo desajustamento social, uma vez que, segundo Caldin (2002,) “observa-se que o fator emocional é levado em conta na luta contra as enfermidades e a humanização vem revolucionando os antigos métodos de tratamento”(p.40). A biblioterapia faz uso de uma linguagem metafórica que faz o indivíduo pensar livremente, projetar-se no outro observando qualidades, sentimentos, desejos, ou mesmo “detalhamentos” que ele desconhece ou recusa em si próprio. Esta reflexão de sentimentos é terapêutica, podendo ser a fonte para mudanças de comportamentos e moderações das emoções. Relação esta confirmada pelos inúmeros estudiosos desta É relevante informar que a Biblioterapia clínica se destina às pessoas com sérios problemas de comportamento social, emocional, moral etc. Sua aplicação pode se feita em instituições de saúde, como hospitais, clínicas, organizações de saúde mental, estendendo-se também em clínicas privadas. Já a “Biblioterapia institucional é um tipo de auxilio aplicado em grupo ou individual e personalizado que uma instituição presta, através de uma equipe de profissionais, aos seus usuários, enfocando aspectos das doenças mentais, distúrbios de comportamento, ajustamento e desenvolvimento pessoal.” (Ferreira 2003, p.38).
A Biblioterapia para o desenvolvimento pessoal é descrita por Ferreira (2003), como apoio literário personalizado para possibilitar um desenvolvimento normal e Descrição
Leitura: asas da liberdade é um projeto de extensão universitária, que vem sendo promovido desde 2002 pelo Curso de Biblioteconomia junto a Pró-reitoria de Trata-se de um projeto de ação comunitária que utiliza a leitura de forma inovadora e inusitada no contexto da saúde física e emocional dos envolvidos. O projeto acontece de fevereiro a novembro de cada ano e apresenta os seguintes momentos: Treinamento/capacitação, Visitas, Avaliação. Capacitação
Momento em que é apresentado ao acadêmico o embasamento teórico do  orientar os estagiários acerca do conceito de extensão universitária, como uma grande oportunidade de troca de experiências entre realidades distintas e tem por objetivo buscar a mudança social através de uma ação cultural.  apresentar fontes para que traduzam a fundamentação teórica necessária à  apresentar aos estudantes a estrutura e o funcionamento do projeto, da diferenciação dos locais e públicos/problemas atendidos.  ensinar e desenvolver técnicas variadas de contação de histórias.  apresentar a metodologia adequada para se trabalhar os problemas específicos de cada local ou público alvo.  promover palestras com psicólogos para facilitar a abordagem inicial, Visitas
As visitas acontecem em instituições para menores desvalidos e/ou portadores de necessidades especiais, asilos, creches, hospitais, cárceres, escolas, pastorais, postos de saúde dentre outros, localizadas em nossa cidade. A escolha dos locais baseia-se no contato que o coordenador mantém com os responsáveis e em seu conhecimento prévio, com agendamento anual realizado em meados de fevereiro, quando se elabora, com as instituições parceiras, calendário de Os estagiários realizam as visitas de segunda-feira a sexta-feira em horários  contação de histórias, utilizando os recursos lúdicos como, cineminha, álbum seriado, fantoches, xilogravuras, dentre outros.  teatro  oficinas de reflexão.  palestras, debates e dinâmicas de grupo sobre temas relacionados à auto  oficinas de criatividade – pintura, desenho, pintura de rosto, dobradura,  intervenção oral e leitura mediada com distribuição de flores e mensagens, no  observação de hábitos, costumes, tradições e crenças da comunidade. Torna- se relevante mencionar aqui , Gardner,(1997), que completa de maneira significativa esse poder de observação e discriminação: “Procurar por si mesma, observar, comparar, definir, descrever, ponderar, testar, tirar conclusões e utiliza-las. habilidades que são constantemente renovadas e aumentadas a partir da profundidade do conhecimento que é entendido”(p.58). O diferencial da visita se faz pela magia e encantamento proporcionados aos envolvidos, que se sentem valorizados e totalmente receptivos às atividades propostas. A interação e a realização dessas atividades criam uma fantástica relação entre público alvo e os estagiários. A vivência é uma experiência ímpar que pode ser percebida pela satisfação e felicidade demonstradas a cada visita do projeto. Em 2006 esta interação consolidou-se com o lançamento do gibi “Asinhas da Leitura” que transcreve depoimentos, produções em diversos gêneros de pessoas beneficiadas, Em 2011, o projeto trabalhou com um público diferenciado, crianças com perfil do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade alcançando excelentes resultados no que diz respeito á motivação, autoestima e melhora do desempenho escolar, comprovando a eficácia da biblioterapia aliada à contação de histórias. Avaliação
Após a cada visita os acadêmicos registram fatos interessantes, positivos ou negativos, e depoimentos colhidos. A partir deste relatório de campo os estagiários sugerem propostas para serem trabalhadas na próxima visita. Estas são analisadas com enfoque na biblioterapia, ou seja, na tentativa de amenizar o problema detectado Tais mudanças são apresentadas durante a avaliação mensal, momento em que os estagiários se reúnem novamente e trocam experiências, avaliações e propostas. Nesse contexto, a própria comunidade torna-se sujeito do processo transformador e, a partir do momento que percebe seus próprios problemas e carências, convence-se da necessidade de mudanças e trabalha por elas. Assim funciona o projeto. O público alvo e ao mesmo tempo sujeito das transformações são pessoas atípicas, ou seja, pessoas que estão à margem do convívio social, seja por dificuldades físicas e emocionais, por desvio de conduta, etc. A questão da responsabilidade social é pilar para o desenvolvimento da biblioterapia enquanto humanizadora e promotora de inclusão social em nossa comunidade. É neste contexto que se insere o Projeto “Leitura: Asas da liberdade”. A proposta do projeto é que, em um primeiro momento, os estudantes entendam a cidadania, o resgate de valores de uma maneira sutil, sem interferir no seu cotidiano e nos seus costumes. Compreendendo o conhecimento de mundo dos sujeitos e respeitando suas crenças, torna-se possível o diálogo a partir destas ações O projeto visa a real interação entre saber popular e científico, criando assim uma ação interdisciplinar, a qual resulta no entendimento por parte da comunidade que ela - a partir da sua organização - é sujeito das suas transformações. Resultados alcançados
Há, em projetos de extensão universitária, como no “Leitura: Asas da Liberdade”, inúmeras possibilidades de trocas e consequente crescimento para todas as partes envolvidas. A articulação com diversas entidades, por exemplo, é um resultado de fundamental importância para o projeto, sendo fruto de uma relação de confiança adquirida paulatinamente, ao longo da realização de várias visitas. Esses vínculos fortalecem e legitimam os estágios dentro das comunidades, a partir dos No que se refere à biblioterapia institucional, o resultado é satisfatório. A relação dos internos da Fazenda de Recuperação Vista Alegre é uma relação de extrema confiança. Os detentos se sentem inteiramente livres para descrever suas vidas, para discutir os temas desenvolvidos nas histórias e reflexões e se integrarem durante as dinâmicas apresentadas. As visitas se tornam cada vez mais constantes, a pedido dos internos que se sentem valorizados ao enviar depoimentos, produções, desenhos para serem publicados no gibi do projeto. No campo da biblioterapia clínica, a entidades de portadores de necessidades especiais, no caso a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) apresenta um quadro de completa interação e alegria com os estagiários. Os envolvidos respondem de maneira, às vezes, surpreendente, com observações interessantes diante das reflexões biblioterápicas após a contação de história. Mostram-se cada vez mais “curados” de certa forma, alegres e felizes, interferindo positivamente até mesmo na aprendizagem. O trabalho desenvolvido na Pediatria da Santa Casa de Caridade só comprova a frase do Dr. Patch Adams (1999) “os principais fatores para a saúde não estão nas últimas maravilhas tecnológicas, mas em coisas comuns como o amor, a compaixão, a amizade e a esperança”(p.12).Os estagiários encontram crianças tristes e chorosas e, após a intervenção oral acompanhada de contação de história, o quadro muda de maneira visível: a criança esquece da dor física e interage completamente com os estagiários, participando ativamente dos questionamentos biblioterápicos. Mostra-se feliz com a presença da equipe, sente-se segura e confiante a ponto de facilitar o trabalho de enfermeiros. As mães geralmente se sentem gratas pela presença da equipe do projeto. O resultado foi tão positivo que a coordenação do hospital solicitou a visita do projeto no setor clínico para trabalhar também nos leitos adultos. Temos relatos de jovens, adultos, idosos que agradecem aos estagiários os momentos tão agradáveis que passaram no hospital nos dias de visitas. Há casos constantes de demonstração de emoção de homens e mulheres através de olhares, sorrisos e mesmo choro durante o recebimento de flores e mensagens. A alegria de um senhor ao solicitar aos estagiários que os mesmos tocassem músicas sertanejas e mesmo Em se tratando de biblioterapia de desenvolvimento pessoal citaremos as creches, escolas municipais, estaduais, pastorais, em que procuramos aplicar a biblioterapia vinculada em valores éticos e morais, procurando trabalhar o emocional da criança. As crianças se sentem “libertas” no momento em que se divertem e se entusiasmam tanto como se estivessem brincando com seu brinquedo preferido, o que mostra que estão totalmente abertas à compreensão da mensagem enviada. Habilidades adquiridas, desenvolvidas ou resgatadas no acadêmico estagiário
Além desses resultados mais visíveis, não se pode deixar de ressaltar a importância do projeto para cada estudante, uma vez que desperta nele a consciência de sua capacidade de atuar como agente transformador da realidade que o cerca. Não restam dúvidas de que cada estagiário que passa, em algum momento de sua vida, por experiência como esta, e estando aberto a captar seus reais sentido e valor, leva consigo as armas subjetivas para se tornar um profissional mais capacitado para lidar com as diferentes realidades e necessidades da comunidade na qual o seu trabalho, e ele próprio, mente e alma, estarão inseridos. Entre as principais características necessárias ao estagiário do projeto “Leitura: Asas da Liberdade” podemos destacar profissionalismo, assiduidade e pontualidade, capacidade de trabalho em equipe, comprometimento, idealismo, bom humor, total adesão à caracterização de personagens e, sobretudo disponibilidade. Inicialmente apresentam-se “desajeitados” na habilidade manual, mas quando dominam o processo de execução demonstram a cada apresentação, muita criatividade na confecção de figurinos, cenários e brindes. Com relação às atividades que exigem a caracterização de personagens, inicialmente, os estagiários se mostram resistentes à caracterização tomados pelo medo do ridículo, mas com o passar do tempo ao perceberem a magia e o deslumbramento proporcionados pela maquiagem cênica, uma alegria os deixa totalmente abertos às mais variadas possibilidades. Sentem-se confiantes e se propõem a não mais copiar revistas e modelos, criando seus próprios personagens e Quanto ao quesito técnica escolhida para se contar a história, demonstram preocupação em procurar adequar a história ao tipo de cliente, e revelam-se novos talentos. Observa-se a flexibilidade diante de situações imprevistas como a responsabilidade de escolher e trabalhar o tema biblioterápico específico. O interesse, o entusiasmo, a alegria e o amor são notórios e nos fazem refletir sobre a afirmativa de Gardner, (1997): “Fortes experiências afetivas também podem sensibilizar o indivíduo para aspectos de objetos de arte que ele nunca notara antes. nesse caso, os sentimentos ajudam estruturar as percepções”(p.60). Observa-se, que o número de pessoas atendidas tornou-se uma mola propulsora na motivação. Quanto maior o número, mais entusiasmo e motivação, fazendo assim de algumas apresentações um desafio. Não se pode esquecer de ressaltar que projetos como esse trazem grande amadurecimento e que, através dele, em nosso caso, contou-se com estagiários que conseguiram vencer a gagueira, a timidez excessiva, a imaturidade, a insegurança, a dificuldade para trabalhos manuais Enfim, se faz necessário novamente parafrasear Gardner, (1997): “Quando a capacidade de fazer, sentir e perceber de um indivíduo amadureceu, e seu domínio de um meio simbólico foi demonstrado, ele deve ser capaz de participar inteiramente do Relatos de alguns estagiários
“Participar deste projeto me trouxe a oportunidade de ampliar o meu conhecimento, dinamismo, praticidade. Perdi o medo de lidar com o público, pois com minha gagueira achava impossível fazer teatro. Desenvolvi minha coordenação motora e convivi com crianças que me fizeram amar a biblioteconomia, pois criança é pura de coração e notei que podemos fazer muito por elas”. Vanessa de Fátima Chaves – estagiária 2002. “Como estagiária do projeto conheci a importância da interação com as pessoas. Aprendi a captar em cada uma delas a mais íntima emoção e agradecimento pelo simples ato de lhes levar alegria, nas horas em que a vida mostrava a rotina e a dor. Este fato desenvolveu em mim, uma futura profissional da informação, vontade de ensinar, de levar de todas as formas possíveis informações que vão ajudar no desenvolvimento humano. Na vida pessoal, aprendi a encontrar soluções para problemas que antes pareciam difíceis de serem solucionados, influenciando até na criação e educação de meus filhos. O projeto é como um todo muito gratificante.” Luciene Paula Costa –– estagiária 2004. “Participar do “Leitura:asas da liberdade’ é de grande importância para mim. Passei a ver que a profissão do bibliotecário não se restringe somente ao ambiente da biblioteca, mas um profissional que através da contação de história, teatro dentre outras técnicas, incentiva a leitura fora das paredes de uma biblioteca. Tinha muita dificuldade para falar em público, a cada dia que passa estou me superando. Gosto muito de participar e sinto que há uma grande receptividade por parte dos envolvidos”. Drielli Paula Nascimento – estagiária - Curso de Biblioteconomia 2006. “Mais importante que contar histórias é fazer uma. Foi isso a primeira coisa que percebi no projeto “Asas da liberdade”. Este projeto através dos anos vem quebrando barreiras e superando limites. O compromisso social assumido fez com que vínculos fossem criados especialmente entre nós, estagiários e as pessoas atendidas, seja uma criança carente, seja alguém com problemas de saúde em um leito de hospital ou até mesmo alguém procurando se integrar na sociedade.É bem verdade que às vezes não sabemos o nome de todos, mas nunca esqueceremos dos sorrisos e da harmonia que criamos em nossos momentos de interação. O projeto “Leitura: Asas da Liberdade” não ajuda apenas quem assiste as apresentações, mas também transforma aqueles que as fazem, nos tornando muitas vezes mais. humanos “. Stênio Clemente – 6º período de Biblioteconomia/ estagiário de 2006. “Sempre teve um grande apelo social para as crianças e a sociedade em geral. Hoje, continua importante para a sociedade e para quem o desenvolve, pois é importante na construção artística, moral e ética do indivíduo. As pessoas beneficiadas ficam emocionadas e felizes. As crianças aprendem, brincam e são muito incentivadas a lerem. Nossa equipe de trabalho é bem unida, todos se ajudam e participam das atividades”. Fábio de Almeida Faria – curso de letras - estagiário 2008. “Ser estagiária do Projeto Leitura: Asas da Liberdade foi uma experiência única e libertadora, onde venci preconceitos e me deparei com situações inusitadas de sofrimento alheio, no qual pude intervir de forma prazerosa e positiva. Consequentemente tais atitudes foram benéficas para o paciente e para mim. A partir das lições de vida presenciadas por mim durante meu estágio no Projeto Asas da Liberdade, pude perceber o quanto é importante desenvolver o hábito de leitura nas crianças e adultos, sejam eles bem nascidos ou não. O processo de humanização e socialização é um dos pilares deste projeto que tem tomado dimensões imensuráveis. Conhecer e trabalhar com biblioterapia foi uma oportunidade maravilhosa, pois pude perceber valores e funções da leitura que até então eram desconhecidos por mim. A soma de conhecimentos adquiridos no projeto agregou valor a minha profissão, pois não basta apenas disseminar informações, mas também é de grande importância que haja certa inquietação com as pessoas em relação ao seu estado emocional, hoje tenho um olhar crítico frente aos usuários, lembrando que não basta apenas informações mas também é preciso que haja um cuidados com o ser”. Wanessa – estagiária 2010. “Participar do Projeto Leitura: “Asas da Liberdade” foi uma experiência única, o Projeto fez com que eu aprendesse muito não só sobre as técnicas para contação de histórias, mas também aprendi a como ser uma pessoa melhor. Foi ótimo poder ter trabalhado durante um ano no projeto, costumamos dizer que não éramos uma equipe e sim uma família. Algumas diferenças, discussões sempre fizeram parte, mas acho que é assim mesmo, toda família é assim . Mas o companheirismo e a convivência com as meninas sempre foi muito bom, uma sempre estava ensinando para a outra. Como profissional, o aprendizado foi ótimo e muito valioso. Aprendi a ser uma pessoa mais organizada e que projetos sociais de incentivo a leitura como esses são ótimo e muito bem reconhecido pelas pessoas. É muito bom saber que você esta fazendo algo para ajudar uma pessoa, seja da maneira mais simples”. Luana Melo Viana, estagiária 2011 Conclusão
Acrescentar conhecimento em nossa vida é uma realidade fundamental. A autoestima e a valorização do profissional são imprescindíveis ao sucesso. Portanto, por causa das novas exigências, torna-se necessário capacitar e inovar o bibliotecário para que ele possa detectar e analisar com precisão os diversos níveis de situações e Nos atuais processos socioeconômicos e culturais, as bibliotecas perpassam os muros do saber e marcam presença na fronteira de um diagnóstico entre os benefícios e as transformações sociais e na formação intelectual do sujeito. É certo que o Projeto “Leitura: Asas da Liberdade” é uma prova que o profissional da informação pode, através da leitura, desenvolver um trabalho de humanização de relevância, uma vez que se baseia não apenas em uma teoria que entende a contação de histórias como fator de transformação social, mas também em Nesse sentido, percebe-se que o projeto “Leitura: Asas da Liberdade”, através principalmente da literatura infantil, tem minimizado os problemas diagnosticados em nossa comunidade, além de ser um instrumento de desenvolvimento pessoal e Parafraseando Mário de Andrade citado por Coelho (2001): “Toda arte brasileira que não se organiza segundo o princípio da utilidade será vã, pedante, amadora e idealista”(p.15) concluímos que o bibliotecário como agente social deve assumir sua identidade, voltar-se para uma ação-reflexão uma vez que ele possui o mais poderoso dos instrumentos - a leitura. Cabe a ele criar maneiras criativas, prazerosas e ir muito além do espaço físico de uma biblioteca. A sociedade clama por uma transformação. Que cada um de nós dê sua contribuição nesta mudança. REFERÊNCIAS:
Adams, Patch. Patch Adams: o amor é contagioso.(1999) Rio de Janeiro: Sextante. Caldin, Clarice Fortkamp (2002). Biblioterapia para crianças internadas no Hospital Universitário da UFSC: uma experiência. Encontros Bibli: Revista de
Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, 7(14), p.38-54.
Caldin, Clarice Fortkamp (2001). A leitura como função terapêutica: biblioterapia. Encontros Bibli: Revista de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, 6(12), p.33-44. Coelho, Teixeira. O que é ação cultural. (2001) São Paulo: Brasiliense. Ferreira, Danielle Thiago. (2003) Biblioterapia: uma prática de desenvolvimento pessoal. ETD – Educação Temática Digital, Campinas, SP, 4 ( 2), p. 35-47. Gardner, Howard. Arte, mente e cérebro: uma abordagem cognitiva da criatividade. Gardner, Howard. As artes e o desenvolvimento humano. (1997) Porto Alegre:

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